domingo, 6 de janeiro de 2013
Elizabeth Woolridge Grant de 25 anos é filha do milionário Rob Grant, ela adotou o nome Lana Del Rey combinando o nome da atriz Lana Turner e do carro Ford Del Rey. Aos 18 anos a nova-iorquina começou a aprender guitarra e composição, mas a sua carreira não começou nada bem já que ela inicialmente adotou o nome de Lizzy Grant e 2 anos depois lançou o álbum "Lana Del Rey a.k.a Lizzy Grant". No ano seguinte ela decide abandonar de vez o antigo nome e se tornar Lana Del Rey, junto com isso também veio o seu primeiro sucesso, "Video Games", e um contrato com uma grande gravadora. Depois foi só o mesmo que acontece com a maioria dos artistas: ela lançou um álbum e fez bastante sucesso! Bom para nós, agora só vai vim música nova!
Mas agora vamos ao que realmente interessa... Lana tem um estilo retrô fofo, confortável e bem fácil de copiar. No dia a dia ela aposta em jaquetas de baseball com calças skinny e sapatilhas, splipers e mocassins. Uma coisa que eu adoro no estilo de Lana é que ela não fica presa num estilo só, ela também aposta bastante em looks mais roquinhos, misturando camisetas com calça ou short jeans, tênis ou sneaker e as vezes com uma jaqueta de couro. E a blusa cropped também aparece muitas vezes nos looks da cantora. Lana normalmente combina as blusas curtinhas com uma calça jeans ou uma saia comprida. Já quando a ocasião é um show Lana não dispensa a combinação vestido curtinho evasê+cinto fininho, mais retrô e fofo impossível. Tapetes vermelhos pedem um pouco mais de glamour! A cantora adora os vestidos tomara-que-caia e brilhos!
Os acessórios de cabelo são a marca registrada dos looks de Lana Del Rey, sempre combinado com um cabelo cheio de ondas e muito volume ou até quando o cabelo até bem liso. E para compor produções com uma cara mais vintage ainda, a estrela sempre aposta um olho gatinho, feito com o traducional delineador preto, fino ou longo tanto faz. Os batons coloridos aparecem bem raramente em suas produções mas são os tons escuros como vinho que mais são usados pela cantora. Ok, agora chega de falar... Vamos ver algumas fotos?
Que tal ver alguns clipes agora?
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sábado, 5 de janeiro de 2013
Lançar um álbum (decente) por ano deve ser uma tarefa nada fácil e Rihanna sabe bem disso como ninguém. A cantora, que tem sete anos de carreira e possui sete álbuns de carreira, é um dos maiores nomes do pop atual e isso não é por acaso: Riri conseguiu ir do R&B, do hip-hop, do reggae, do pop e até mesmo do dance, e conseguiu manter a sua carreira estável, mostrando que é uma das artistas mais flexíveis do mercado atual sem perder a força de sua personalidade. "Unapologetic" é o sétimo álbum de Riri e marca uma nova fase da cantora, após os explosivos sucessos de "We Found Love" e "Where Have You Been". O CD não é o melhor que ela já fez mas também tem muitas faixas ótimas (Diamonds) e polêmicas (Nobody's Busines com Chris Brow). Dá o play abaixo:
1. Phresh Off The Runaway
A primeira faixa do disco tem um ritmo hip hop e uma letra cheia de palavrões à la Nicki Minaj, tanto que a música poderia ter sido escrita para a rapper. Com uma estrutura confusa e batidas repetitivas, é o tipo de música que com certeza não vai ser escolhida como single, mas é o hip hop do bão.
2. Diamonds
Essa todos já conhecem e amam né? Quando lançada, "Diamonds" fez com que muitos comparassem Rihanna com nomes como Lana del Rey e Adele, por ser uma baladinha melancólica e com instrumentos que Riri não costumava usar em suas canções, mas só bastou sair o videoclipe para notarmos como Riri consegue se adaptar a todo tipo de música, mesmo se é algo extremamente diferente do que já passou por seu histórico. "Somos lindos como diamantes no cèu."
3. Numb (feat. Eminem)
Quando fiquei sabendo que Eminem estaria neste CD da Rihanna, tive a sensação de que a música seria tão boa quanto "Love The Way You Lie" que os dois fizeram alguns anos atrás e eu não podia estar mais enganada. A música começa e termina numa mesma batida, alternando apenas com uma um pouco mais rápida, o que a torna muito cansativa e enjoativa. "I'm going numb, i'm going numb" continua se repetido na nossa cabeça, e não de uma maneira boa. Péssima escolha!
4. Pour It Up
É bem aí que o álbum começa a melhorar. A estrutura da canção é uma adequada aos ouvidos dos amantes do pop, além da batida ser bem interessante e não enjoativa. Assim como a faixa "Diamonds", não segue a receita de hits que Rihanna seguiu nos últimos anos. É boa, não o suficiente para se tornar um single.
5. Loveeeee Song (feat. Future)
Ainda estamos tentando descobrir o porquê da existência de tantos "e" na palavra love. Ao ouvir as primeiras batidas, temos a impressão de que ao longo da música ela vai ficar mais agitada, mas ela continua do mesmo jeito. O ritmo lembra o reggae de Bob Marley ou talvez uma versão mais lenta de "Man Down". A melhor parte da música é quando Future canta.
6. Jump
Ebaaaaaaaaaaaa! Até que enfim uma música boa! Finalmente sentimos um ritmo mas envolvente, e olha o interessante: a sequência de batidas chiclete depois do refrão voltou! "Jump" nos trás o que estávamos sentindo falta até a faixa anterior: animação. Foi só eu ou as batidas parecem muito com as que o Skrillex fazem? Tenho que pesquisar pra ver se foram eles quem fizerem ela!
7. Right Now
É com certeza a melhor faixa do álbum! Apesar da ausência de uma boa letra e ela ser meio repetitiva, o ritmo elaborado por David Guetta é bastante chiclete e os vocais de Rihanna estão agudos e marcantes. É tão boa quando qualquer outra música dançante que esteja tocando nas rádios.
8. What Now
Nos primeiros segundos da música, pensamos que é uma famosa baladinha com batidas. Mas, ao chegarmos ao refrão, começamos a ouvir uma batida mais eletrônica e os vocais de Riri me surpreenderam em "What Now", eles estavam ótimos. Não é o tipo de música que os DJs mixarão e se tornará hit nas pistas, mas é o tipo que será adorado pelos fãs e até mesmo pela crítica.
9. Stay (feat. Mikky Ekko)
Essa música foi escrita por Lana Del Rey? Eu juro que fiquei com sono na hora de escuta-la, pois é muito lenta e entediante, diferente de Diamonds que é lenta mas sem chegar a ser entediante. A canção não se assemelha a nada que a cantora já gravou em seus seis anos de carreira,e eu admiro ela por tentar algo novo mas foi um erro total escolher "Stay" como single sendo que a música nem deveria estar no álbum.
10. Nobody's Busines
Retiro o que eu disse quando falei que "Right Now" é a melhor do álbum. Porquê a polêmica "Nobody's Busines" é com certeza a melhor. Todo mundo já estava cansado de ver Rihanna esfregando na cara da sociedade que ela perdoou Chris Brow pela surra que ele deu nela em 2009, porém a cantora precisou fazer uma música com Chris falando sobre isso. "Nobody's Busines" é a primeira música ~direta~ sobre o assunto, onde Chris e Rihanna afirmam que o negócio é dos dois e de mais ninguém. Para a minha surpresa ( e todo mundo também) a música é muito boa, a letra e as batidas combinaram muito e são bem legais de ouvir.
11. Love Without Tragedy/ Mother Mary
Olha, eu não vou nem comentar sobre essa aqui. Querem saber sobre a música? É só ler o que eu escrevi sobre a faixa "Stay", porque as duas são a mesma coisa: chatas. A única diferença é que essa é super longa, tem 7 minutos. Definitivamente, a pior do álbum. Nem se dê ao trabalho de ouvir!
12. Get It Over With
A décima segunda faixa de "Unapologetic" também é a menos musical do resto do álbum. Enquanto temos um instrumental tão harmonioso quanto o que escutamos em "Born To Die" de Lana Del Rey, Rihanna canta sobre amor mais uma vez, desta vez acompanhada por vocais masculinos. É só mais uma música chata e enjoativa do álbum.
13. No Loved Allowed
Quebrando a torta de climão, Rihanna aproveita a décima terceira faixa para flertar com um gênero do qual ela é fã assumida: o reggae. Todos os álbuns que Rihanna lançou após "A Girl Like Me" conta com um pouquinho de reggae e, desta vez, a cantora resolveu apostar em uma faixa mas correta que "Man Down", que fez muita polêmica no "Loud". É muito boa.
14. Lost In Paradise
Depois de Rihanna nos decepcionar quase no álbum todo com as suas músicas medianas e entediantes, ela guarda o melhor para o final. Em "Lost In Paradise" Rihanna consegue acertar tanto na letra da canção quanto na batida da canção. Fechou o álbum com chave de ouro!
1. Phresh Off The Runaway
A primeira faixa do disco tem um ritmo hip hop e uma letra cheia de palavrões à la Nicki Minaj, tanto que a música poderia ter sido escrita para a rapper. Com uma estrutura confusa e batidas repetitivas, é o tipo de música que com certeza não vai ser escolhida como single, mas é o hip hop do bão.
2. Diamonds
Essa todos já conhecem e amam né? Quando lançada, "Diamonds" fez com que muitos comparassem Rihanna com nomes como Lana del Rey e Adele, por ser uma baladinha melancólica e com instrumentos que Riri não costumava usar em suas canções, mas só bastou sair o videoclipe para notarmos como Riri consegue se adaptar a todo tipo de música, mesmo se é algo extremamente diferente do que já passou por seu histórico. "Somos lindos como diamantes no cèu."
3. Numb (feat. Eminem)
Quando fiquei sabendo que Eminem estaria neste CD da Rihanna, tive a sensação de que a música seria tão boa quanto "Love The Way You Lie" que os dois fizeram alguns anos atrás e eu não podia estar mais enganada. A música começa e termina numa mesma batida, alternando apenas com uma um pouco mais rápida, o que a torna muito cansativa e enjoativa. "I'm going numb, i'm going numb" continua se repetido na nossa cabeça, e não de uma maneira boa. Péssima escolha!
4. Pour It Up
É bem aí que o álbum começa a melhorar. A estrutura da canção é uma adequada aos ouvidos dos amantes do pop, além da batida ser bem interessante e não enjoativa. Assim como a faixa "Diamonds", não segue a receita de hits que Rihanna seguiu nos últimos anos. É boa, não o suficiente para se tornar um single.
5. Loveeeee Song (feat. Future)
Ainda estamos tentando descobrir o porquê da existência de tantos "e" na palavra love. Ao ouvir as primeiras batidas, temos a impressão de que ao longo da música ela vai ficar mais agitada, mas ela continua do mesmo jeito. O ritmo lembra o reggae de Bob Marley ou talvez uma versão mais lenta de "Man Down". A melhor parte da música é quando Future canta.
6. Jump
Ebaaaaaaaaaaaa! Até que enfim uma música boa! Finalmente sentimos um ritmo mas envolvente, e olha o interessante: a sequência de batidas chiclete depois do refrão voltou! "Jump" nos trás o que estávamos sentindo falta até a faixa anterior: animação. Foi só eu ou as batidas parecem muito com as que o Skrillex fazem? Tenho que pesquisar pra ver se foram eles quem fizerem ela!
7. Right Now
É com certeza a melhor faixa do álbum! Apesar da ausência de uma boa letra e ela ser meio repetitiva, o ritmo elaborado por David Guetta é bastante chiclete e os vocais de Rihanna estão agudos e marcantes. É tão boa quando qualquer outra música dançante que esteja tocando nas rádios.
8. What Now
Nos primeiros segundos da música, pensamos que é uma famosa baladinha com batidas. Mas, ao chegarmos ao refrão, começamos a ouvir uma batida mais eletrônica e os vocais de Riri me surpreenderam em "What Now", eles estavam ótimos. Não é o tipo de música que os DJs mixarão e se tornará hit nas pistas, mas é o tipo que será adorado pelos fãs e até mesmo pela crítica.
9. Stay (feat. Mikky Ekko)
Essa música foi escrita por Lana Del Rey? Eu juro que fiquei com sono na hora de escuta-la, pois é muito lenta e entediante, diferente de Diamonds que é lenta mas sem chegar a ser entediante. A canção não se assemelha a nada que a cantora já gravou em seus seis anos de carreira,e eu admiro ela por tentar algo novo mas foi um erro total escolher "Stay" como single sendo que a música nem deveria estar no álbum.
10. Nobody's Busines
Retiro o que eu disse quando falei que "Right Now" é a melhor do álbum. Porquê a polêmica "Nobody's Busines" é com certeza a melhor. Todo mundo já estava cansado de ver Rihanna esfregando na cara da sociedade que ela perdoou Chris Brow pela surra que ele deu nela em 2009, porém a cantora precisou fazer uma música com Chris falando sobre isso. "Nobody's Busines" é a primeira música ~direta~ sobre o assunto, onde Chris e Rihanna afirmam que o negócio é dos dois e de mais ninguém. Para a minha surpresa ( e todo mundo também) a música é muito boa, a letra e as batidas combinaram muito e são bem legais de ouvir.
11. Love Without Tragedy/ Mother Mary
Olha, eu não vou nem comentar sobre essa aqui. Querem saber sobre a música? É só ler o que eu escrevi sobre a faixa "Stay", porque as duas são a mesma coisa: chatas. A única diferença é que essa é super longa, tem 7 minutos. Definitivamente, a pior do álbum. Nem se dê ao trabalho de ouvir!
12. Get It Over With
A décima segunda faixa de "Unapologetic" também é a menos musical do resto do álbum. Enquanto temos um instrumental tão harmonioso quanto o que escutamos em "Born To Die" de Lana Del Rey, Rihanna canta sobre amor mais uma vez, desta vez acompanhada por vocais masculinos. É só mais uma música chata e enjoativa do álbum.
13. No Loved Allowed
Quebrando a torta de climão, Rihanna aproveita a décima terceira faixa para flertar com um gênero do qual ela é fã assumida: o reggae. Todos os álbuns que Rihanna lançou após "A Girl Like Me" conta com um pouquinho de reggae e, desta vez, a cantora resolveu apostar em uma faixa mas correta que "Man Down", que fez muita polêmica no "Loud". É muito boa.
14. Lost In Paradise
Depois de Rihanna nos decepcionar quase no álbum todo com as suas músicas medianas e entediantes, ela guarda o melhor para o final. Em "Lost In Paradise" Rihanna consegue acertar tanto na letra da canção quanto na batida da canção. Fechou o álbum com chave de ouro!
Resumindo... pelas prévias, parecia uma estratégia interessante ter "todas as Rihannas" em uma único álbum, porém, quando vamos escutar as músicas completas, tudo soa confuso. As músicas não são completos lixos, mas são medianas, quando Riri acertava na letra da canção a batida estragava tudo e quando a música tinha a batida certa a letra não combinava. Acho que essa estratégia de lançar um álbum por ano está fazendo as músicas de Rihanna perderem a qualidade. Então acabou que foram as faixas"Diamonds", "Right Now", "Nobody's Busines" e "Lost In Paradise" salvaram o álbum.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Nome: Starters
Autor: Lissa Price
Páginas: 367
Editora: Novo Conceito
Onde comprar: Saraiva e Submarino
Resenha: Seu mundo mudou para sempre. Callie perdeu os pais quando as guerras de Esporos varreu todas as pessoas entre 20 e 60 anos. Ela e seu irmão mais novo, Tyler, estão se virando, vivendo como desabrigados com seu amigo Michael e lutando contra rebeldes que os matariam por uma bolacha. A única esperança de Callie é Prime Destinations, um lugar perturbado em Berverly Hills que abriga uma misteriosa figura conhecida como o Old Man. Ele aluga adolescentes para alugar seus corpos aos Terminais — idosos que desejam ser jovens novamente. Callie, desesperada pelo dinheiro que os ajudará a sobreviver concorda em ser uma doadora. Mas o neurochip que colocam em Callie está com defeito e ela acorda na vida de sua locadora, morando em uma mansão, dirigindo seus carros e saindo com o neto de um senador. Parece quase um conto de fadas, até Callie descobrir que sua locatária pretende fazer mais do que se divertir — e que os planos de Prime Destinations são tão diabólicos que Callie nunca podia ter imaginado...
Agora vamos para a resenha...
O modo de viver no mundo mudou totalmente logo depois da Guerra dos Esporos. Antes dela, por ordem do governo foi decretado que somente as pessoas menores de idade, e aqueles maiores de 60, os Starters (jovens) e os Enders (velhos),seriam vacinados, e os que estavam entre essas idades, eram os Mediais, do qual foram dizimados por não resistirem aos esporos. Aqueles Starters que tem algum Ender como avô ou avó ou qualquer outro laço familiar, passaram a viver com os mesmos. Já aqueles que não tinham ninguém se arriscavam vivendo nas ruas, tendo prédios abandonados como casa. Ainda tem aqueles que eram pegos e foram obrigados a viverem na Instituição 37, o pior lugar para se viver.
A sociedade fora dominada pela Prime Destination, situada em Beverly Hills. A Prime é uma empresa da qual contrata jovens para alugar seus corpos aos Enders. Os Enders não querem outra coisa se não viverem uma vida bem animada, regada a esportes radicais mais perigosos que se possam imaginar. Apesarem de viverem uma longa vida, chegando a ultrapassar os 150 anos, o corpo já envelhecido não proporciona seus desejos, e recorrem a Prime para viverem dentro de corpos de jovens. Eles alugam por um dado tempo, vivem nos corpos de outras pessoas e ao prazo final devolvem os corpos a Prime.
É nesse ambiente que conhecemos Callie, uma adolescente que passara a viver sozinha nas ruas com sei irmão Tyler, que está doente, e seu amigo Michael. Callie está desesperada com a situação de seu irmão, e quer arranjar dinheiro para conseguir uma casa e viver com seu irmão para cuidar de sua saúde. Mas seu desejo por um emprego é apagado quando o governo instituiu a lei de que nenhum jovem de menor poderia trabalhar. O vestígio de alguma saída para a situação é pela Prime, onde poderia alugar seu corpo, receber seu dinheiro e enfim fazer tudo aquilo que mais queria em prol de seu irmão e de sim mesma. Mas o que ela achava uma boa saída, poderá apenas ser mais um beco sem saída.
Uma coisa que me incomodou bastante foi o fato de que a autora não explicou a tal da Guerra dos Esporos. Eu juro que eu li o livro todo esperando que ela finalmente explicasse mas não aconteceu. Outro ponto negativo que tem no livro é que diversas vezes durante a leitura ele lembra Jogos Vorazes e em um certo momento você chaga a fazer semelhança entre uma personagem e Rue.
O final do livro me surpreendeu, e a isto tenho que dar uma salva de palmas para Lissa. Sim, senhor! E quando você ler o livro também se surpreenderá. Tia Price consegue tirar um "Oh, my god" da gente. Queria que a autora abordasse um pouquinho mais a história que criou, explicando o porque da Guerra dos Esporos e a situação dos outros países. O livro vai ter uma continuação chamado Enders.
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sábado, 29 de dezembro de 2012
1. Lana Del Rey- Ride
Foi bem difícil escolher só um clipe de Lana pra botar aqui, por que essa guria é uma máquina de fazer clipes incríveis. Mas depois de assistir novamente todos os clipes da diva, decidi qual é o melhor de todos. "Ride" , extraída da versão de "Paradise" do disco de estreia da nova-iorquina, ganhou um videoclipe dirigido por Anthony Mandler e traz a cantora sofrendo com a sua própria obsessão pela liberdade. Ela quer viver, mostrar que pode fazer suas próprias escolhas e se arriscar ao máximo,mas no fim acaba presa com um monstro criado por ela mesma. Parabéns, Lana! Continue fazendo clipes assim e tenha uma longa carreira!
2. P!nk- Try
Olha P!nk, culpe Lana por não estar em primeiro lugar por que se não fosse por ela eu com certeza teria escolhido o seu clipe para ficar em primeiro lugar. O clipe mostra uma relação de amor e ódio ao mesmo tempo de P!nk e o carinha ( que não lá tão feio assim) do clipe. A coreografia é provavelmente o melhor do clipe, onde os dois conseguem dançar enquanto lutam e se amam ao mesmo tempo. Sem falar na tinta colorida que sai do corpo deles todas vez que eles se espancam, que é super parecido com o do clipe "Your Body" de Christina Aguilera! Com uma dança linda, um música motivadora e uma história que lembra muitos relacionamentos por ai, "Try" é o segundo melhor clipe do ano.3. Ellie Goulding- Anything Could Happen
Não é um clipe lá muito conhecido, mas deveria. Sob a direção de Floria Sigismond, o clipe de "Anything Could Happen" mostra o antes, durante e depois de um acidente de carro protagonizado por Goulding e o seu namorado, porém, conta essa história de maneira ~desmontada~ e incluindo diversos elementos conceituais na história como o espelho em formato de triângulo ou os globos flutuantes. Não consigo parar de assistir esse clipe, pois cada cena dele é perfeita e completamente linda de se ver. E para quem ainda não conhece o trabalho da loirinha, vale dar uma pesquisada nas suas músicas e clipes, por que ela é muito boa. Mas enfim... "Anything Could Happen" é o terceiro melhor clipe do ano, confira abaixo:4. M.I.A- Bad Girls
Olha só, eu não era muito fã deste estilo de música e muito menos de M.I.A até ver esse clipe. Aproveitando (ou não) o buzz que conseguiu mostrando o dedo do meio durante sua performance com Madonna, a rapper lançou um dos melhores videoclipes de 2012 e isso apostando na simplicidade. Basicamente, "Bad Girls" mostra M.I.A brincando de fazer manobras arriscadas cazamigas, mas acreditem, isso da um show visual que te conquista logo de início, com fotografia, iluminação e cenários dignos que fazer as outras rappers comerem poeira. "Live fast, die young"!5. Christina Aguilera- Your Body
Muitos podem não concordar, mas na minha opinião "Your Body" é um dos melhores clipes que foram lançados neste ano. O clipe é impecável do início até o fim com suas explosões,femme fatalismo, sensualismo e estampas de oncinha. O videoclipe nos traz uma Christina obsessiva e matadora, porém, substitui o vermelho do sangue por cores fortes e felizes, como um rosa tão rosa que deixaria Nicki Minaj com inveja. E essa coisinha das cores também é muito parecida com a que tem no clipe "Try" de P!nk, o que vocês acham? Qual usou melhor as cores?Também merecem ser lembrados:
Rihanna- Diamonds
Justin Bieber- As Long As You Love Me
Nicki Minaj feat. Cassie- The Boys
Katy Perry- Wide Wake
Florence + The Machine- Spectrum
Cher Lloyd- Want U Back
Lana Del Rey- Blue Jeans
Marina And The Diamonds- Primadonna
Connor Maynard feat, Ne-Yo- Turn Around
Madonna- Girl Gonna Wide
Little Mix- DNA
Cherly- Call My Name
Taylor Swift- We Are Never Ever Getting Back Together
B.O.B feat. Nicki Minaj- Out Of My Mind
FUN- Some Nights
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Livro: A Seleção
Série: A Seleção
Autor: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 357
Onde comprar: aqui
Iléa é um país nascido do que restou dos devastados Estados Unidos da América. Ali, a população é dividida em 8 castas que divide os cidadãos por sua situação financeira, social e profissional. Quanto mais alto o número das castas, pior vai ser a sua qualidade de vida. Por exemplo, as castas 1,2,3 e 4 quatro tem uma situação financeira bem melhor do que as castas 5,6,7 e 8.
America Singer é uma garota de 18 anos que é da casta 5. Ela leva uma vida humilde e tem que trabalhar com música para ajudar a sua família. America tem um namorado secreto, Aspen, que é um Seis e eles pretendem se casar um dia.
Mas Iléa tem suas tradições e uma delas é a Seleção. Um reality show que ,a partir de um sorteio, reúne trinta e cinco garotas entre 16 e 20 anos para disputar a coroa e o coração do príncipe Maxon. E a ganhadora vai se tornar da casta Um, casar-se com o futuro rei, comandar a país junto com o seu marido e também vai poder melhorar financeiramente a vida de sua família.
America nunca nem considerou a possibilidade de se inscrever no sorteio, pois para ela a Seleção é uma coisa fútil e também tinha Aspen o amor de sua vida, ela não precisava do príncipe e nem da coroa. Mas após sua mãe, que quer mais do que tudo que a sua filha ganhe, subornar ela, America decide se inscrever, afinal são milhares de garotas que se inscreveram para a Seleção e não há uma mínima possibilidade de ela ser a escolhida. E imaginem só o que aconteceu: America foi sorteada! Como Aspen tinha terminado com ela na noite antes do sorteio, ela decide ir para curar o seu coração partido.
E as coisas são bem diferentes do que ela tinha imaginado que seriam, começando pelo príncipe que parecia ser uma pessoa muito sem graça, é na verdade muito educado, engraçado e -claro!- lindo. Com o coração partido (por Aspen), America foi para o palácio para se curar e acabou encontrando muito mais do que conforto. Ali estava uma vida que ela jamais sonho, ao alcance de suas mãos, a apenas 34 garotas de distância.
O livro também tem toda aquela história mais política sobre o país e os ataques frequentes dos rebeldes, mas o que é o principal do livro é sim o romance, a parte menininha mesmo. Imaginem trinta e cinco garotas morando no mesmo castelo, sendo tratadas como verdadeiras princesas, e ainda por cima tentando conquistar o coração do mesmo príncipe? É essa a história do livro. Outra coisa que também vai chamar a sua atenção são os ataques dos rebeldes ao palácio enquanto as meninas participam da competição, mas o assunto não é muito aprofundado neste livro. O meu chute é que no segundo livro a autora vai aprofundar mais essas questões políticas, pelo que eu li na sinopse.
No início Maxon é um personagem bem entediante, típico príncipe de livro romântico, mas depois a gente começa a gostar mas dele, afinal o cara é doce e simpático. A evolução do relacionamento dos dois é bacana e, sem ser muito rápida e nem muito devagar, as coisas vão num ritmo bom de acompanhar.
America é uma ótima narradora, adoro esses personagens quo conseguem me fazer sentir a mesma empolgação, insegurança, alegria, tristezas e raiva que ela sente. É uma garota que sofreu decepção amorosa e usa a Seleção para recomeçar. America, Aspen e Maxon acabam se envolvendo em um triângulo amoroso bem clichê mais pro final do livro. Apesar de eu achar que Maxon é legal demais pro meu gosto, eu torço para ele ficar com America no final já que desde o início nunca gostei de Aspen.
O livro sofreu muitas comparações com Jogos Vorazes e com razão! A ideia das castas é praticamente igual aos distritos do Jogos Vorazes e ao longo do livro eu também percebi diversas semelhanças com os Jogos e com os personagens do livro.
E não esperem que no final do primeiro livro mostrem qual das garotas ganhou a Seleção, pois isso não acontece. E esse fato só me faz querer ainda mais ler a continuação. Enfim...o livro com certeza não é o melhor do ano mas a história e o desenvolvimento dos fatos são bem interessantes.
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Quando lançou nas rádios, em 2009, a auto-tunada "Tick-Tock" poucos viram algum futuro para Ke$ha na indústria da música, admito que até eu não levei muita fé na loirinha, mas as paradas responderam de forma extremamente positiva e assim muitos mudaram a sua opinião com os singles que sucederam o seu primeiro hit, "Blah Blah Blah", "Your Love Is My Drug" e "Take It Of", todos extraídos do seu primeiro álbum chamado "Animal"- que no fim das contas acabou que ele estreou no topo da Billboard Hot 200. Depois do tremendo sucesso do CD, a RCA Records não hesitou em pensar em um relançamento e assim Ke$ha lançou o EP "Cannibal", com outras quatro músicas inéditas- entre elas, os single "We Are Who We Are" e "Blow". Apesar de ter ganhado bastante reconhecimento, Ke$ha ainda tinha seu talento colocado em dúvida, talvez por causa de seu jeito meio "sujinho" ou pelo excessivo uso de auto-tune. Mas em seu novo álbum chamado "Warrior" a diva prova que é muito mais que a cantora auto-tunada de "Tick Tock". Confira a review que eu fiz de seu novo álbum:
1. Warrior
Eu nunca tive uma relação muito especial comas faixa-título de Ke$ha e com "Warrior" não foi diferente. A canção é um dos dances mais potentes do álbum e carrega o peso de todo o conceito do CD. A canção passa a mensagem que de é hora da revolução, que temos que lutar até o fim pois somos sempre guerreiros. Não é a melhor faixa do disco mas dá pro gasto.
2. Die Young
Eu sei que não tem nada a ver com a review, mas vocês ficaram sabendo que a música está proibida de tocar nas rádios americana? Acontece que lá aconteceu um massacre numa escola, bem parecido com aquele que aconteceu aqui no Rio, então como a música fala sobre morrer jovem e tals algumas pessoas falam que inapropriada para o momento. Depois que isso aconteceu Ke$ha também revelou que foi obrigada a gravar a música. Mas enfim... falando sobre morte ou não "Die Young" é uma das melhores faixas do CD, é uma típica música de Ke$ha: agitada e divertida. Quem é que pode não gostar?
3. C'mon
To começando a achar que eu me enganei quando falei que a música "Die Young" era a minha favorita porque na minha opinião "C'mon" é uma das melhores músicas da carreira de Ke$ha. Dos mesmos produtores que "Die Young", a faixa mantem o clima festivo. Sonoramente falando, a faixa parece um junção da baladinha"Animal" com a super animada "We Are Who We Are". Minha opinião: se ficasse melhor estragava! Ouçam abaixo:
4. Thinking of You
É inevitável, quando nós olhamos o nome da música acima logo vamos lembrar de Katy Perry e o amor que ela perdeu na guerra e não consegue esquecer, mas com a Ke$ha a história é bem diferente. Um pouco menos dançante, mas não menos radiofônica, a música é a "Baba Baby" da cantora, onde ela joga na cara do ex-futuro pretendente o que ele perdeu. O início da música começa com umas batidas de rock (mas é só no começo mesmo), uma delícia de ouvir. Aprovado? Sim ou claro?
5. Crazy Kids
Por acaso alguém aí notou que parece um mashup de "Wistle" (Flo Rida) e "Sleazy" do EP "Cannibal ou foi só eu? É uma das que mais chama atenção no álbum pois vemos Ke$ha mandando algumas rimas bem interessantes. Assim como a música "Patience" de Guns 'N Roses ou até de "Wistle" do Flo Rida, a canção começa com um assobio e na letra temos Ke$ha falando que somos crianças loucas. Quem mais gostou de Ke$ha cantando rap?
6. Wherever You Are
Quem é que esperaria ver essa semi-baladinha no álbum de baladeira Ke$ha? Bom, "Wherever You Are" manda aquela mensagem para aquele seu amor distante, tipo amor de verão, e é um dos melhores trabalhos do DJ Cirkut, que fez aquele famoso remix de "Blow". A cantora fala sobre a forma com que o beijo do tal rapaz deixou o seu corpo elétrico e como ele sempre estará em seu pensamento onde quer que ele esteja. Olha que muitas vezes é difícil combinar uma baladinha assim com música eletrônica, mas essa funcionou perfeitamente.
7. Dirty Lovo (com Iggy Pop)
Depois de nos surpreender com a faixa "Whetever You Are", Ke$ha conseguiu fazer outra coisa que nunca passou pela nossa cabeça que ela faria: um dueto com o rockeiro Iggy Pop! Ao contrário da faixa anterior, essa música é toda safada e suja, como o próprio título já diz. "Dirty Love" é um rock super dançante e é realmente parecida com a canção "Party At a Rich Dude's House" do álbum de estréia da cantora. Quem é não ficou com vontade de ver um clipe com Ke$ha e Iggy Pop? Com certeza iria ser dirty! Ouçam aí abaixo:
8. Wonderland (com Patrick Corney)
Como já tinha comentado aqui no início desse post, Ke$ha anda querendo acertar as contas com aqueles que dizem que ela não canta e "Wonderland" é uma ótima prova disso. A cantora deixou de lado as batidas que tem em quase todo o CD e apostou em um sonzinho bem mais light com uma pegada mais country, que é outra coisa que eu nunca esperava ver em um álbum de Ke$ha. "Wonderland" é uma baladinha onde Ke$ha lamenta não encontrar o caminho de volta para o País das Maravilhas, onde as coisas eram bem mais simples e o tempo parecia não passar. Também acho que a música ficaria ótima na voz (meio irritante) de Taylor Swift, mas funcionou muito bem e provou que Ke$ha consegue cantar!
9. Only Wanna Dance With You (com The Strokes)
De volta ao rock, que fez sua primeira aparição significativa em "Dirty Love", a nona faixa é uma velha canção da Ke$ha, que ganhou uma nova roupagem e uma participação pra lá de especial para integrar este novo disco. A faixa nos remete aos grandes hits dos Strokes, como "You Only Live Once" e "Under Cover of Darkness", e para a versão final Ke$ha conseguiu nada mais que a participação da própria banda — pra ser exato, de parte dela. A bateria da música foi toda gravada pelo Fabrizio Moretti e, em seus versos finais, quem dá o ar de sua graça é o cantor Julian Casablancas. É muito amor pra uma faixa só, meu Deus!
10. Supernatural
A música é agressiva, eufórica e extremamente dançante, um típica música de Ke$ha. Mas o que mais me chamou a atenção não foram as batidas e sim a história, a canção fala sobre um romance que Ke$ha teve com um fantasma! Não entendi direito essa história, mas a música é muuuito boa. Alguém dúvida que temos aqui mais um hit? Até os fantasmas concordam.
11. All That Mathers (The Beautiful Life)
Essa trás de volta a ideia de viver o agora e fugir de todo o resto, por que "tudo que importa é a vida linda". Com produção de Max Martin com o Shellback, a faixa é provavelmente a mais animada do álbum todo e trás um pegada dançante que começa bem devagar até o explosivo fim. Além das batidas contagiantes, outra coisa que chamou a atenção foram os vocais cantora que estavam bem fortes nessa música.
12. Love Into The Light
A décima segunda faixa do álbum foi composta somente pela própria Ke$ha. "Love Into The Light" nos mostra uma Ke$ha que reconhece os seus defeitos e, ainda assim, mostra que não é problema conviver com eles. Ela não é perfeita, tem seus problemas e até algumas tatuagens ruins, mas não espere que ela peça desculpas por isso. Ouçam abaixo:
1. Warrior
Eu nunca tive uma relação muito especial comas faixa-título de Ke$ha e com "Warrior" não foi diferente. A canção é um dos dances mais potentes do álbum e carrega o peso de todo o conceito do CD. A canção passa a mensagem que de é hora da revolução, que temos que lutar até o fim pois somos sempre guerreiros. Não é a melhor faixa do disco mas dá pro gasto.
2. Die Young
Eu sei que não tem nada a ver com a review, mas vocês ficaram sabendo que a música está proibida de tocar nas rádios americana? Acontece que lá aconteceu um massacre numa escola, bem parecido com aquele que aconteceu aqui no Rio, então como a música fala sobre morrer jovem e tals algumas pessoas falam que inapropriada para o momento. Depois que isso aconteceu Ke$ha também revelou que foi obrigada a gravar a música. Mas enfim... falando sobre morte ou não "Die Young" é uma das melhores faixas do CD, é uma típica música de Ke$ha: agitada e divertida. Quem é que pode não gostar?
3. C'mon
To começando a achar que eu me enganei quando falei que a música "Die Young" era a minha favorita porque na minha opinião "C'mon" é uma das melhores músicas da carreira de Ke$ha. Dos mesmos produtores que "Die Young", a faixa mantem o clima festivo. Sonoramente falando, a faixa parece um junção da baladinha"Animal" com a super animada "We Are Who We Are". Minha opinião: se ficasse melhor estragava! Ouçam abaixo:
4. Thinking of You
É inevitável, quando nós olhamos o nome da música acima logo vamos lembrar de Katy Perry e o amor que ela perdeu na guerra e não consegue esquecer, mas com a Ke$ha a história é bem diferente. Um pouco menos dançante, mas não menos radiofônica, a música é a "Baba Baby" da cantora, onde ela joga na cara do ex-futuro pretendente o que ele perdeu. O início da música começa com umas batidas de rock (mas é só no começo mesmo), uma delícia de ouvir. Aprovado? Sim ou claro?
5. Crazy Kids
Por acaso alguém aí notou que parece um mashup de "Wistle" (Flo Rida) e "Sleazy" do EP "Cannibal ou foi só eu? É uma das que mais chama atenção no álbum pois vemos Ke$ha mandando algumas rimas bem interessantes. Assim como a música "Patience" de Guns 'N Roses ou até de "Wistle" do Flo Rida, a canção começa com um assobio e na letra temos Ke$ha falando que somos crianças loucas. Quem mais gostou de Ke$ha cantando rap?
6. Wherever You Are
Quem é que esperaria ver essa semi-baladinha no álbum de baladeira Ke$ha? Bom, "Wherever You Are" manda aquela mensagem para aquele seu amor distante, tipo amor de verão, e é um dos melhores trabalhos do DJ Cirkut, que fez aquele famoso remix de "Blow". A cantora fala sobre a forma com que o beijo do tal rapaz deixou o seu corpo elétrico e como ele sempre estará em seu pensamento onde quer que ele esteja. Olha que muitas vezes é difícil combinar uma baladinha assim com música eletrônica, mas essa funcionou perfeitamente.
7. Dirty Lovo (com Iggy Pop)
Depois de nos surpreender com a faixa "Whetever You Are", Ke$ha conseguiu fazer outra coisa que nunca passou pela nossa cabeça que ela faria: um dueto com o rockeiro Iggy Pop! Ao contrário da faixa anterior, essa música é toda safada e suja, como o próprio título já diz. "Dirty Love" é um rock super dançante e é realmente parecida com a canção "Party At a Rich Dude's House" do álbum de estréia da cantora. Quem é não ficou com vontade de ver um clipe com Ke$ha e Iggy Pop? Com certeza iria ser dirty! Ouçam aí abaixo:
8. Wonderland (com Patrick Corney)
Como já tinha comentado aqui no início desse post, Ke$ha anda querendo acertar as contas com aqueles que dizem que ela não canta e "Wonderland" é uma ótima prova disso. A cantora deixou de lado as batidas que tem em quase todo o CD e apostou em um sonzinho bem mais light com uma pegada mais country, que é outra coisa que eu nunca esperava ver em um álbum de Ke$ha. "Wonderland" é uma baladinha onde Ke$ha lamenta não encontrar o caminho de volta para o País das Maravilhas, onde as coisas eram bem mais simples e o tempo parecia não passar. Também acho que a música ficaria ótima na voz (
9. Only Wanna Dance With You (com The Strokes)
De volta ao rock, que fez sua primeira aparição significativa em "Dirty Love", a nona faixa é uma velha canção da Ke$ha, que ganhou uma nova roupagem e uma participação pra lá de especial para integrar este novo disco. A faixa nos remete aos grandes hits dos Strokes, como "You Only Live Once" e "Under Cover of Darkness", e para a versão final Ke$ha conseguiu nada mais que a participação da própria banda — pra ser exato, de parte dela. A bateria da música foi toda gravada pelo Fabrizio Moretti e, em seus versos finais, quem dá o ar de sua graça é o cantor Julian Casablancas. É muito amor pra uma faixa só, meu Deus!
10. Supernatural
A música é agressiva, eufórica e extremamente dançante, um típica música de Ke$ha. Mas o que mais me chamou a atenção não foram as batidas e sim a história, a canção fala sobre um romance que Ke$ha teve com um fantasma! Não entendi direito essa história, mas a música é muuuito boa. Alguém dúvida que temos aqui mais um hit? Até os fantasmas concordam.
11. All That Mathers (The Beautiful Life)
Essa trás de volta a ideia de viver o agora e fugir de todo o resto, por que "tudo que importa é a vida linda". Com produção de Max Martin com o Shellback, a faixa é provavelmente a mais animada do álbum todo e trás um pegada dançante que começa bem devagar até o explosivo fim. Além das batidas contagiantes, outra coisa que chamou a atenção foram os vocais cantora que estavam bem fortes nessa música.
12. Love Into The Light
A décima segunda faixa do álbum foi composta somente pela própria Ke$ha. "Love Into The Light" nos mostra uma Ke$ha que reconhece os seus defeitos e, ainda assim, mostra que não é problema conviver com eles. Ela não é perfeita, tem seus problemas e até algumas tatuagens ruins, mas não espere que ela peça desculpas por isso. Ouçam abaixo:
Resumindo...
Em seu segundo álbum Ke$ha não deixa mais dúvidas sobre realmente saber cantar, compôr e ser fã de rock. O álbum continua com o mesmo estilo animado, só que desta vez Ke$ha arriscou e não focou só neste mesmo estilo de música. Com parcerias, letras e sons inesperados, "Warrior" é com certeza um dos melhores álbuns do ano!
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Skins:
Quando eu pensei em fazer um post sobre os seriados britânicos a primeira série que eu pensei em colocar aqui foi Skins. É uma série completamente revolucionária, ela sai do padrão de seriados todo certinhos com famílias super unidas (parecendo até comercial de margarina!). A trama se passa em Bristol e conta a história de um grupo de adolescentes que vive entre festas, drogas, famílias problemáticas e muitas confusões com as questões como bulimia, anorexia, homossexualidade e religião. Na minha opinião Skins é um dos seriados de adolescentes mais realistas que eu já vi, tipo o seriado 90210 que muitas vezes parece que tudo é perfeito lá. A cada duas temporadas (e o seriado teve seis) troca-se todo o elenco, o que é uma coisa boa pois não fica meio enjoativo. O melhor da série é que agora eu já sei muuuitos palavrões em inglês! Quer baixar? Clique aqui.
Misfits:
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que cometeram algum tipo de crime e agora são obrigados a prestar serviços comunitários. Após serem atingidos por um relâmpago, eles desenvolvem super poderes. Kelly é capaz de ouvir os pensamentos das outras pessoas, Curtis pode pode desfazer fatos que ocorreram nos últimos minutos, Simon pode se tornar invisível toda vez que se sente ignorado e Nathan parece ainda não ter descoberto os seus poderes o que o deixa frustado. Jovens delinquentes com super poderes... isso aí não vai dar coisa boa! As temporadas, tem 4 até agora, sem super curtas e os episódios também mas vale a penas assistir! Só não se apegue muito aos personagens principais porque eles mudam o tempo todo! Quer baixar? Clique aqui.
Sherlock:
É aquela história que todo mundo já conhece: detetive excêntrico, porém genial, que usa a ciência da dedução para solucionar os casos nos quais a polícia britânica falha, passa a dividir apartamento com médico veterano de guerra,que escreve sobre as aventuras do novo amigo. Eu não sou muito fã desse tipo de seriado mas tenho que admitir que Sherlock é muito bom. É realmente interessante como eles conseguiram encaixar os arquétipos clássicos com o cenário moderno, sem grandes prejuízos. Sherlock, sem dúvida foi uma série pouco acreditada, de início, mas que surpreendeu a todos com a sua qualidade e impecabilidade. Quer baixar? Clique aqui.
Doctor Who:
Doctor Who é uma série de ficção científica inglesa produzida pelo canal BBC, a série já foi exibida de 1963 até 1989 e depois foi relançada com sucesso em 2005, e continua até os dias atuais. A série gira em torno do Doutor, um simpático e misterioso viajante do tempo, que viaja na sua máquina acompanhado de uma companheira (que muda com o decorrer da temporadas). Eles enfrentam situações mais complicadas e mais diferentes do que se pode imaginar. Contudo, por mais surreal e independente que as histórias dos episódios possam soar, sempre há um sentido por trás de tudo. Vale muito a pena ver. Quer baixar? Clique aqui.
Misfits:
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que cometeram algum tipo de crime e agora são obrigados a prestar serviços comunitários. Após serem atingidos por um relâmpago, eles desenvolvem super poderes. Kelly é capaz de ouvir os pensamentos das outras pessoas, Curtis pode pode desfazer fatos que ocorreram nos últimos minutos, Simon pode se tornar invisível toda vez que se sente ignorado e Nathan parece ainda não ter descoberto os seus poderes o que o deixa frustado. Jovens delinquentes com super poderes... isso aí não vai dar coisa boa! As temporadas, tem 4 até agora, sem super curtas e os episódios também mas vale a penas assistir! Só não se apegue muito aos personagens principais porque eles mudam o tempo todo! Quer baixar? Clique aqui.
Sherlock:
É aquela história que todo mundo já conhece: detetive excêntrico, porém genial, que usa a ciência da dedução para solucionar os casos nos quais a polícia britânica falha, passa a dividir apartamento com médico veterano de guerra,que escreve sobre as aventuras do novo amigo. Eu não sou muito fã desse tipo de seriado mas tenho que admitir que Sherlock é muito bom. É realmente interessante como eles conseguiram encaixar os arquétipos clássicos com o cenário moderno, sem grandes prejuízos. Sherlock, sem dúvida foi uma série pouco acreditada, de início, mas que surpreendeu a todos com a sua qualidade e impecabilidade. Quer baixar? Clique aqui.
Doctor Who:
Doctor Who é uma série de ficção científica inglesa produzida pelo canal BBC, a série já foi exibida de 1963 até 1989 e depois foi relançada com sucesso em 2005, e continua até os dias atuais. A série gira em torno do Doutor, um simpático e misterioso viajante do tempo, que viaja na sua máquina acompanhado de uma companheira (que muda com o decorrer da temporadas). Eles enfrentam situações mais complicadas e mais diferentes do que se pode imaginar. Contudo, por mais surreal e independente que as histórias dos episódios possam soar, sempre há um sentido por trás de tudo. Vale muito a pena ver. Quer baixar? Clique aqui.
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