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quarta-feira, 8 de maio de 2013
Após uma temporada julgando quem tinha ou não o fator x no, na minha opinião, maior reality show musical da atualidade, a cantora revelada pela Disney lançou seu novo CD, titulado DEMI, e dessa vez aceitou o risco de assumir que era sim uma cantora pop, tentando incluir algumas baladinhas, onde fica mais em sua zona de conforto.
Quando o novo álbum de Demi teve o seu título revelado logo pensamos que seria mais um álbum autobiográfico, onde ela vomitaria mais alguns versos sobre ter superado problemas, que já estamos carecas de saber quais, mas fui completamente surpreendida com o álbum mais descompromissado da cantora desde sua estréia na indústria. Mas então vale a pena escuta-lo? Sem sombra de dúvida, confirem minha review abaixo....
1. Heart Attack:
Essa todos já conhecem e sabem cantar de cor não é? O refrão de "Heart Attack" não dos melhores do álbum, mas ter lançado-o como carro-chefe do álbum foi uma escolha bem sábia, afinal, assim como Your Body de Christina e Now de Paramore, a música só nos mostrou que tem boas coisas a se esperar do álbum, e não é que tinha mesmo?
Se Avril Lavigne escutar essa música ela vai ficar louca, sim ou claro? Numa pegada super Taylor Swift, "Made In The USA" possui um alvo até mais certeiro que "Heart Attack". Nessa faixa Demi deixa bem claro suas intenções de atingir às rádios e isso inclui um refrão fácil e instrumental pegajoso. Mas também é uma das minhas favoritas do álbum. Já foi confirmada como segundo single do álbum e o videoclipe já foi gravado.
3.Without The Love:
Menos apelativo que a faixa anterior, é uma semi-baladinha que poderia perfeitamente ser de Kelly Clarkson. A música é quase uma prima de "Give Your Heart A Break" e trata sobre o mesmo assunto que a canção anterior: o amor. Ela fica mais interessante lá pelos 2:28 quando começa uma batida legal e notas altas.
4. Neon Lights:
Pelo título dessa aí a gene já espera algo super dançante e um clipe com tintas coloridas, mas não é tão boa o quanto poderia ser. O refrão gruda, o ritmo é dançante e os efeitos são bem dosados, mas não tudo o que eu esperava. Deixa eu explicar melhor: É como se você esperasse ouvir Calvin Harris e na verdade descobre que é só David Guetta.
5. Two Pieces:
A quinta faixa do disco, "Two Pieces", é mais uma baladinha do tipo "se corta, amiga" e nos deixa com lágrimas nos olhos. Christina Aguilera tá aqui no meu lado e falou que adorou.
6. Nightngale:
Outra música "se corta, amiga", só que essa é menos interessante que Two Pieces. É uma daquelas músicas que ficariam perfeitas na trilha sonora de algum romance ou na cena final triste de algum seriado, mas é o tipo que a gente torce para não virar single.
7. In Case
Acompanhada de um piano, em "In Case" Demi mostra um pouco do fôlego que economizou na performance ao vivo de "Heart Attack". A letra é linda mas acho que colocar tantas baladinha, uma atrás da outra, em um mesmo álbum não foi uma atitude muito esperta, por que nem todo mundo tem a mente aberta ou paciência para ouvir as músicas com calma e avaliar como um todo.
8. Really Don't Care (feat. Cher Llloyd)
Essa é, na minha opinião, uma das músicas mais esperadas do álbum, poe ser a única colaboração e por ser com o britânica Cher Lloyd. Achei a cara do verão e tem um bom potencia para virar hit, mas a parte triste é ver Cher fazendo cosplando Nicki Minaj. Eu amo a britânica, mas aqui parece que não chamaram a Minaj por ser do reality show concorrente e tiveram que trabalhar com a cover. Ainda assim, é uma das que eu mais gostei.
9. Fire Starter:
Agora o disco voltou oficialmente para o clima animado e nesta canção Lovato diz que é ela quem começa com o fogo. É uma música que tem um clima bem Calvin Harris e, após ouvi-la, a única vontade que temos é de ficar no repeat de novo e de novo. Ponto para Demi!
10. Something That We're Not:
Poderia ser facilmente uma música do One Direction, lembrando também aquela Lovato de "La La Land". O refrão é um dos mais chicletes do álbum e funcionaria muito bem como single, mas não criem nenhuma expectativa já que a Hollywood Records é famosa por errar, e feio, na escolha dos singles.
11. Never Been Hurt:
"Eu vou te amar como se nunca tivesse sido ferida" canta Demi no refrão de "Never Been Hurt". Em um pop que não é farofa, essa mostra um significado de amadurecimento nas canções da cantora, sendo essa faixa uma das poucas que me agradou tanto na letra quando no instrumental ao mesmo tempo.
12. Shouldn't Come Back
"Shouldn't Come Back" retorna com as baladinhas do álbum. Quase toda acústica, ela apela pro lado emotivo de Lovato e traz o combo intensidade+vocal. E só mais uma coisinha: Por favor, alguém manda essa música para aquele candidato do The X Factor USA do ano passado que falou "é por isso que você usa auto-tune e eu não"?
13. Warrior
Na hora que eu vi o título dessa música eu automaticamente me lembre da música "Warrior" do último álbum de Ke$ha. Mas a "Warrior" de Demi Lovato tem a mesma função de "Unbroken" e "Skyscraper" e fala sobre a cantora ter superado problemas. Se for lançada como single o clipe vai ser tipo "Beautiful" de Christina Aguilera.
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domingo, 31 de março de 2013
Lá em 2007, em um pais que vocês provavelmente nem saibam direito onde se localiza, a Estônia, surgiu uma nova cantora chamada Kerli Kõiv. Kerli teve seu inicio no mundo da música -efetivamente- em 2008, com o seu debut álbum, "Love Is Dead". Como o próprio nome já revela ("O amor está morto"), Kerli adotou para si mesma um estilo gótico, quase uma Avril Lavigne (Black & Emo Version). O álbum, que tem uma sonoridade bem interessante, rendeu apenas um single efetivo, a fofa "Walking On Air" e não fez tanto sucesso. Depois desse primeiro capítulo, Kerli viu que ser down não está com nada e adotou o alimento dos deuses, que move o mundo da música: a farofa! A primeira delas foi a incrível "Army Of Love", que rendeu o primeiro #1 na Billboard para a moça, na Hot Dance Club Songs, parada onde reina Madonna, Rihanna, Lady Gaga, Beyoncé e outras lendas do pop. Depois de sucesso, Kerli lança a sua obra-prima de bate cabelo e da ferveção na dancefloor: "Zero Gravity"! A faixa, que serviu como amostra para o material seguinte da cantora, ganhou um ótimo clipe extremamente futurista. A moça ainda fez a trilha sonora do filme "Alice No País das Maravilhas" de Tim Burton ("Tea Party") e co-escreveu a música Skyscraper de Demi Lovato. Nada mal, hein? Agora Kerli nos leva para seu mundo utópico em busca de felicidade. Vamos ver o que eu achei do EP?
Kerli já abre seu EP com a farofa "Can't Control The Kids". Bem eletrônica e dance, a faixa fala sobre a rebeldia em busca da liberdade, enquanto se relaciona com pessoas de caráter duvidoso. Acho que a próxima faixa do álbum vocês já devem conhecer: "The Lucky Ones". O lead single do EP continua com farofa bem dançante. A faixa fi escrita depois que um amigo de Kerli se curou milagrosamente do câncer, por isso nós somos sortudos. O clipe, lindíssimo, conta a história de alguns casos de que quase tragédias que acabaram com o final feliz. Música simples, porém criativa, adorei! A próxima faixa, "Love Me Or Leave Me", caminha para ser o segundo single do material. Nela vemos que Kerli tem a mesma facilidade que Rihanna e sua "Diamonds" de ir de algo bem dançante para uma baladinha romântica, mas claro que essa música nem se compara com a da Riri, né gente? É fofa, mas também não a melhor das que já ouvi dela. A quarta faixa do álbum, "Sugar" me conquistou de primeira, o que é bem difícil comigo! Ela começa bem manhosa e depois cai no refrão tão, mas tão, envolvente que e de matar. "Here And Now" até começa com uns vocais mais tranquilos mas depois explode no refrão robótico e alucinante. É boa, mas também jpa ouvi algumas farofas bem melhores dela, então não me chamou tanta atenção comparada com as outras faixas do EP. Fechando o Utópia temos a baladinha "Chemical", que é linda e bonitinha, mas não pra última faixa gente. Já falei muitas vezes que é melhor que tenhamos uma última música dançante para fechar o EP do que essas baladinhas.
Resumindo....Estamos em Março e já tivemos vários lançamentos de álbuns e EPs incríveis não é? E com certeza "Utópia" está na minha lista de favoritos. Ok, Kerli não é a cantora mais famosa do mundo, não arrasa tanto nos chats e também pode não ter uma região de fãs, mas é uma coisa que muitos artistas que fazem sucesso hoje em dia não são: ela e sincera consigo mesma! Sim, suas música acompanham as tendências do inferninho pop moderno, porém ela continua pregando sua visão e fazendo músicas para: just fun! Não vejo a hora da cantora lançar um álbum de estúdio completo com várias faixas e faça bastante sucesso, por que, vamos ser sinceros, ela merece não é gente?
Kerli já abre seu EP com a farofa "Can't Control The Kids". Bem eletrônica e dance, a faixa fala sobre a rebeldia em busca da liberdade, enquanto se relaciona com pessoas de caráter duvidoso. Acho que a próxima faixa do álbum vocês já devem conhecer: "The Lucky Ones". O lead single do EP continua com farofa bem dançante. A faixa fi escrita depois que um amigo de Kerli se curou milagrosamente do câncer, por isso nós somos sortudos. O clipe, lindíssimo, conta a história de alguns casos de que quase tragédias que acabaram com o final feliz. Música simples, porém criativa, adorei! A próxima faixa, "Love Me Or Leave Me", caminha para ser o segundo single do material. Nela vemos que Kerli tem a mesma facilidade que Rihanna e sua "Diamonds" de ir de algo bem dançante para uma baladinha romântica, mas claro que essa música nem se compara com a da Riri, né gente? É fofa, mas também não a melhor das que já ouvi dela. A quarta faixa do álbum, "Sugar" me conquistou de primeira, o que é bem difícil comigo! Ela começa bem manhosa e depois cai no refrão tão, mas tão, envolvente que e de matar. "Here And Now" até começa com uns vocais mais tranquilos mas depois explode no refrão robótico e alucinante. É boa, mas também jpa ouvi algumas farofas bem melhores dela, então não me chamou tanta atenção comparada com as outras faixas do EP. Fechando o Utópia temos a baladinha "Chemical", que é linda e bonitinha, mas não pra última faixa gente. Já falei muitas vezes que é melhor que tenhamos uma última música dançante para fechar o EP do que essas baladinhas.
Resumindo....Estamos em Março e já tivemos vários lançamentos de álbuns e EPs incríveis não é? E com certeza "Utópia" está na minha lista de favoritos. Ok, Kerli não é a cantora mais famosa do mundo, não arrasa tanto nos chats e também pode não ter uma região de fãs, mas é uma coisa que muitos artistas que fazem sucesso hoje em dia não são: ela e sincera consigo mesma! Sim, suas música acompanham as tendências do inferninho pop moderno, porém ela continua pregando sua visão e fazendo músicas para: just fun! Não vejo a hora da cantora lançar um álbum de estúdio completo com várias faixas e faça bastante sucesso, por que, vamos ser sinceros, ela merece não é gente?
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domingo, 24 de março de 2013
Hello, little bitches. Que tal uma reviewzinha (olha gente eu não sei se é assim que é o diminuitivo da palavra review) nova? Hoje eu vou falar o que eu achei do novo álbum de Justin Timberlake. Prontas? Então vamos lá... Desde o sumiço dele nas rádios, em 2007, muitas coisas aconteceram. Entre elas é válido citar a morte do rei do pop Michael Jackson, aceitação de outro Justin nas paradas e a, infeliz, decadência do R&B, que se tornou cada vez mais genérico e, aos poucos, acabou cedendo lugar nas rádios para as músicas dançantes. Desde então nem importava o que o artista cantasse, ele precisava incluir algo que as rádios pudessem tocar e, da mesma forma que o R&B decaiu, a qualidade dos lançamentos ficava cada vez mais baixa. Agora, quase seis anos depois de seu último lançamento, "Futuresex/Lovesounds", Justin está de volta para o jogo, o que chocou a todos menos eu que, para ser sincera, só estava contando os dias até JT voltar para as paradas.
Mas depois de escutar o álbum inteirinho, duas vezes porque eu sempre posso acabar julgando as músicas no início, eu adorei, apesar de sentir como se Timberlake tivesse parado no tempo, é como se ele tivesse continuado exatamente de onde parou em 2007. Escutar o "The 20/20 Experience" esperando por certo molde nas rádio atuais pode ter certeza que que é perda de tempo. Mas o disco é uma forma de fugir de toda essa mesmice ~mainstream~ que temos escutado ultimamente. Eu também tive e leve impressão de que algumas faixas se assemelham a outras músicas de artistas que estavam tentando imitar o próprio Justin Timberlake. Vamos fazer uma pequenina avaliação das faixas?
Logo de início temos a ótima Pusher Love Girl. Foi uma ótima faixa para abrir o álbum. e funcionou muito bem para min, mas também não é algo que vou querer baixar ou que vou me lembrar de escutar depois, sabe? Logo depois temos a a famosa Suit&Tie, não precisa nem falar dela né? A terceira faixa, Don't Hold The Wall, tem presença marcada pelo parceiro inseparável de Justin, Timbaland. Ele aparece em grande parte do álbum mas é nessa música que temos a primeira aparição notável. A faixa tem todo um clima meio tribal sabe? Não sei nem como explicar, só ouvindo mesmo para entender. Logo após essa delícia de música temos Strawberry Bubblegum que tem um clima meu de filme antigo. Não é a minha favorita do álbum, mas combinou bem com o resto do clima. A quinta faixa se chama Tunnel Vision e é, provavelmente, uma das melhores canções do disco inteiro. Com Timbaland ganhando espaço para suas intervenções, a batida gostosa e o refrão bom de escutar, funcionou perfeitamente para mim. A única coisa que me incomodou foi que a ela tem quase 7 minutos e músicas com esse tipo de batida, deve ter no máximo 3 na minha opinião, só para não entediar sabe? Em Spaceship Couple nós vemos novamente aquele romantismo piegas que eu não sou muito fã. Não tem muito o que falar dela, igual a próxima faixa That Girl.
A canção Let The Groove Get In está na lista das minhas favoritas até agora. A sequência da tracklist é algo muito bem pensado e depois de derramar amor em faixas maiores que nariz de Lady Gaga, ele coloca algo bem dançante e divertido. Eu até falaria que é a melhor mas a próxima faixa me fez mudar de ideia...Mirrors se destaca entre tantas outras parecidinhas e faz um perfeito contraste com "Cry Me A River", segundo single do álbum de estréia do cara. O clipe também está de parabéns! A última faixa do CD, Blue Ocean Floor, me faz pensar seriamente se ele andou ouvindo Lana Del Rey ou Frank Ocean. Depois de tanto amor, tanta coisa vintage e um final quase feliz, essa música não caminha para lugar nenhum, ela apenas afunda com uma boa dose de melancolia. Eu vivo dizendo isso, mas ninguém me ouve: "Se você não for Lana Del Rey ou Ellie Goulding a última faixa do seu álbum não pode ser melancólica"! Tinha que ser lei a última faixa do álbum ser a melhor e mais agitada. Meio que desanima ela não ser, sabe? Resumindo...O tempo passou e Justin continua o mesmo. Tem uma rima barata aqui e ali, assim como certos exageros, mas no fim tudo se resume à uma produção impecável, fruto de um bom tempo nos estúdios. E apesar de ter quase nada de novo, temos um álbum decente, com ótimas faixas. Eu daria oito e meio (valendo dez). Bom trabalho Timberlake!
Espero que tenham gostado da review, beijos e até o próximo post, bitches!
Mas depois de escutar o álbum inteirinho, duas vezes porque eu sempre posso acabar julgando as músicas no início, eu adorei, apesar de sentir como se Timberlake tivesse parado no tempo, é como se ele tivesse continuado exatamente de onde parou em 2007. Escutar o "The 20/20 Experience" esperando por certo molde nas rádio atuais pode ter certeza que que é perda de tempo. Mas o disco é uma forma de fugir de toda essa mesmice ~mainstream~ que temos escutado ultimamente. Eu também tive e leve impressão de que algumas faixas se assemelham a outras músicas de artistas que estavam tentando imitar o próprio Justin Timberlake. Vamos fazer uma pequenina avaliação das faixas?
Logo de início temos a ótima Pusher Love Girl. Foi uma ótima faixa para abrir o álbum. e funcionou muito bem para min, mas também não é algo que vou querer baixar ou que vou me lembrar de escutar depois, sabe? Logo depois temos a a famosa Suit&Tie, não precisa nem falar dela né? A terceira faixa, Don't Hold The Wall, tem presença marcada pelo parceiro inseparável de Justin, Timbaland. Ele aparece em grande parte do álbum mas é nessa música que temos a primeira aparição notável. A faixa tem todo um clima meio tribal sabe? Não sei nem como explicar, só ouvindo mesmo para entender. Logo após essa delícia de música temos Strawberry Bubblegum que tem um clima meu de filme antigo. Não é a minha favorita do álbum, mas combinou bem com o resto do clima. A quinta faixa se chama Tunnel Vision e é, provavelmente, uma das melhores canções do disco inteiro. Com Timbaland ganhando espaço para suas intervenções, a batida gostosa e o refrão bom de escutar, funcionou perfeitamente para mim. A única coisa que me incomodou foi que a ela tem quase 7 minutos e músicas com esse tipo de batida, deve ter no máximo 3 na minha opinião, só para não entediar sabe? Em Spaceship Couple nós vemos novamente aquele romantismo piegas que eu não sou muito fã. Não tem muito o que falar dela, igual a próxima faixa That Girl.
A canção Let The Groove Get In está na lista das minhas favoritas até agora. A sequência da tracklist é algo muito bem pensado e depois de derramar amor em faixas maiores que nariz de Lady Gaga, ele coloca algo bem dançante e divertido. Eu até falaria que é a melhor mas a próxima faixa me fez mudar de ideia...Mirrors se destaca entre tantas outras parecidinhas e faz um perfeito contraste com "Cry Me A River", segundo single do álbum de estréia do cara. O clipe também está de parabéns! A última faixa do CD, Blue Ocean Floor, me faz pensar seriamente se ele andou ouvindo Lana Del Rey ou Frank Ocean. Depois de tanto amor, tanta coisa vintage e um final quase feliz, essa música não caminha para lugar nenhum, ela apenas afunda com uma boa dose de melancolia. Eu vivo dizendo isso, mas ninguém me ouve: "Se você não for Lana Del Rey ou Ellie Goulding a última faixa do seu álbum não pode ser melancólica"! Tinha que ser lei a última faixa do álbum ser a melhor e mais agitada. Meio que desanima ela não ser, sabe? Resumindo...O tempo passou e Justin continua o mesmo. Tem uma rima barata aqui e ali, assim como certos exageros, mas no fim tudo se resume à uma produção impecável, fruto de um bom tempo nos estúdios. E apesar de ter quase nada de novo, temos um álbum decente, com ótimas faixas. Eu daria oito e meio (valendo dez). Bom trabalho Timberlake!
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
Hello, little bitches! Já faz muuuuuito (tá nem tanto assim) tempo que eu não posto nenhuma review de álbuns desde a do Unapologetic de Rihanna. É que ninguém lançou nada bom (ou ruim) o bastante para eu ter vontade de fazer um post, bom até agora. Vocês sabem quem é Phillip Phillips (o gato da foto acima)? Ele é o vencedor da última edição do Amarican Idol. Eu realmente não gostava tanto dele assim no programa. "Ela não era bom Gabi?" Sim gente, ele era bom, mas na minha opinião suas apresentações foram meio monótonas e chatas, ou seja talvez eu que não tenha muita paciência para esse tipo de música, tipo assim se a música não me agradar nos 5 primeiros segundo eu já não vou nem dar ao trabalho de escuta-lá até final. Eu sou esquisita mesmo. Mas voltando ao que estávamos falando....Ainda acho que tinha participante melhores do que ele como Jessica Sanchez e Joshua Ledet. Eu realmente fiquei #chocada quando ele ganhou. Mas ok, o tempo foi passando e eu ainda tentando digerir isso tudo, quando de repente, "Home" (que deveria ser apenas seu single enquanto campeão do American Idol) consegue um estrondoso sucesso nas paradas, muito em função de ter sido o tema da delegação norte-americana nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012. Na sequência, aproveitando o gancho do sucesso da faixa, ele lança seu álbum de estreia, o "The World from the Side of the Moon" e meio que sem vontade alguma, resolvi ouví-lo. Agora vejam o que eu achei do álbum:
1. "Man On The Moon"
Eu provavelmente já devo ter comentado em outras reviews que tenho sérios problemas com a primeira faixa dos álbuns, nunca consigo gostar delas, mas dessa vez foi bem diferente! A faixa que abre o álbum é uma mistura de folk com algumas doses de pop-rock, cercada de instrumentos de corda e uma bateria no fundo. Isso sem contar com o saxofone no fundo que só deixou a canção mais gostosa. É um ótimo jeito de começar um álbum.
2. "Home"
Esta é uma canção que a princípio seria apenas o winner single do campeão do American Idol e lançada de forma totalmente despretensiosa. Lembro inclusive do PP falando que não gostava muito dela, pois ela não era o que gostava de cantar. Daí, por obra do destino, resolvem usá-la como tema dos atletas que representariam os EUA nas Olimpíadas de Londres. E a partir disso, se tornou brilhantemente o grande sucesso da vida do Phillip. E mais: foi uma das mais estáveis do ano no iTunes e na Billboard, permanecendo no Top 10 desde que entrou, obtendo assim, certificado duplo de Platina. Um feito digno de palmas!
3. "Gone, Gone, Gone"
Escolhida como o segundo single do álbum, "Gone, Gone, Gone" é uma das poucas músicas que Phillips não trabalhou na composição. Ela fala sobre um amor que está partindo, e é uma das minhas faixas favoritas do álbum, também foi a melhor canção que poderia ser escolhida para suceder o single "Home". A canção é grandiosa e fácil de se ouvir, encaixando-se perfeitamente com o álbum. Ela poderia ter sido bem mais divulgada, mas quem sou eu para falar de divulgação de singles?
4. "Hold On"
Aqui temos uma canção 100% de Phillip Phillips, assinando composição e produção da faixa, que soa em si como uma mistura de Mumford and Sons e Dave Mathews, por conta dos violões e até violinos que podem ser ouvidos por toda a parte, com a voz incrível de PP cima das batidas da faixa. Não é a melhor, mas é muito boa.
5. "Tell Me A Story"
Já tava na hora de ter uma baladinha mais sentimental nesse álbum né? A canção é muito bonita e suavemente matadora com esses instrumentos de corda. Essa música conseguiu conquistar até a min, que não aguento nem dois segundos com essas baladinhas. Bom trabalho!
6. "Get Up Get Down"
Finalmente, na metade do álbum, temos uma música mais animada. Ela foge um pouco da sonoridade das outras cinco músicas, num bom sentido, ouvidas anteriormente. Só não falo que é a minha favorita do álbum, porque daqui a algumas faixas eu posso acharar alguma que goste mais. É muito boa!
7. "Where We Came From"
Agora voltamos para o pop-rock. Essa baladinha é uma das melhores do "The World From The Side Of The Moon". Sólida, bem construída, radiofônica, com um refrão grande e empolgante, que dá vontade de cantar junto. Isso tem que ser single para ontem! Ouçam ela abaixo A-G-O-R-A:
8. "Drive Me"
Com assinatura de Phillips, "Drive Me" é uma canção que flerta com o rock. Embora não ache que é a melhor do álbum, me agrada bastante ter uma música aqui que transite fora da zona de conforto dele, dando ênfase ao seu poder vocal, vocês sabem como eu adoro músicas que destacam os vocais do artista. O aspecto mais rock nesta fase do álbum definitivamente de pegou de surpresa, e eu adoro quando o trabalho do cantor me surpreende desse jeito.
9. "Wanted Is Love"
Mais uma baladinha? Sim, mais uma (ótima) baladinha de PP. Mas "Wanted Is Love" é com certeza a melhor baladinha, muito bem cantada com o timbre rouco de Phillips (já comentei como amo músicas mais lentas que sejam cantadas por uma voz rouca?) Se encaixaria perfeitamente no final do episódio de alguma série, onde mostra cenas dos personagens e vai dando essa música no fundo...
10. "Can't Go Wrong"
É só mais uma música incrível escrita por Phillips! Entraria perfeitamente no álbum "Babel" (melhor do ano segundo o Grammy) de Mumford and Sons, mas isso não a impede de ser uma ótima canção.
11. "A Fool's Dance"
Eu juro que não tentei, e tentei mesmo, mas não tem como não comparar. "A Fool's Dance" é a cara de algo de David Matthews faria, porém aqui vale o mesmo que comentei acima: mesmo se parecendo, e muito, com algo que outro artista faria isso não faz com que seja ruim.
12. "So Easy"
E para finalizar esse incrível temos uma baladinha que não foi composta por Phillips. Porém, é uma linda música, que eu adoraria tocar a beira de uma fogueira no campo, mas eu nunca vou fazer isso pois não sei cantar, muito menos cantar e sou completamente urbana. Mas enfim, "So Easy" nos trás um PP mais doce, contido e é uma música bem relaxante de ouvir.
Resumindo..."Não julgue um participante de um reality show musical negativamente, pelo menos, não até que ele tenha lançado seu álbum de estréia", essa é uma frase completamente certa. "The World From The Side Of Th Moon" é um álbum muito verdadeiro e bonito, que surpreendentemente todas as faixas são ótimas. Não estou brincando, é super difícil eu gostar de todas as canções do mesmo CD mas esse realmente me surpreendeu. Em várias faixas não tem como não comparar Phillips a outros artistas, mas isso não lá uma coisa ruim, nem acho que é uma questão de falta de identidade e tal, é justamente o contrário: aceitando ou não o som dele é esse e ponto. Para encerrar, Phillip Phillips entrega neste primeiro álbum um registro poderoso e surpreendentemente forte. Só precisa se certificar que é um caminho longo até a Lua, porém, com este álbum num todo, ele está no caminho certo e a passos largos para atingir seu objetivo: o Mundo ao Lado da Lua. E da melhor forma possível: com boa música.
1. "Man On The Moon"
Eu provavelmente já devo ter comentado em outras reviews que tenho sérios problemas com a primeira faixa dos álbuns, nunca consigo gostar delas, mas dessa vez foi bem diferente! A faixa que abre o álbum é uma mistura de folk com algumas doses de pop-rock, cercada de instrumentos de corda e uma bateria no fundo. Isso sem contar com o saxofone no fundo que só deixou a canção mais gostosa. É um ótimo jeito de começar um álbum.
2. "Home"
Esta é uma canção que a princípio seria apenas o winner single do campeão do American Idol e lançada de forma totalmente despretensiosa. Lembro inclusive do PP falando que não gostava muito dela, pois ela não era o que gostava de cantar. Daí, por obra do destino, resolvem usá-la como tema dos atletas que representariam os EUA nas Olimpíadas de Londres. E a partir disso, se tornou brilhantemente o grande sucesso da vida do Phillip. E mais: foi uma das mais estáveis do ano no iTunes e na Billboard, permanecendo no Top 10 desde que entrou, obtendo assim, certificado duplo de Platina. Um feito digno de palmas!
Escolhida como o segundo single do álbum, "Gone, Gone, Gone" é uma das poucas músicas que Phillips não trabalhou na composição. Ela fala sobre um amor que está partindo, e é uma das minhas faixas favoritas do álbum, também foi a melhor canção que poderia ser escolhida para suceder o single "Home". A canção é grandiosa e fácil de se ouvir, encaixando-se perfeitamente com o álbum. Ela poderia ter sido bem mais divulgada, mas quem sou eu para falar de divulgação de singles?
4. "Hold On"
Aqui temos uma canção 100% de Phillip Phillips, assinando composição e produção da faixa, que soa em si como uma mistura de Mumford and Sons e Dave Mathews, por conta dos violões e até violinos que podem ser ouvidos por toda a parte, com a voz incrível de PP cima das batidas da faixa. Não é a melhor, mas é muito boa.
5. "Tell Me A Story"
Já tava na hora de ter uma baladinha mais sentimental nesse álbum né? A canção é muito bonita e suavemente matadora com esses instrumentos de corda. Essa música conseguiu conquistar até a min, que não aguento nem dois segundos com essas baladinhas. Bom trabalho!
6. "Get Up Get Down"
Finalmente, na metade do álbum, temos uma música mais animada. Ela foge um pouco da sonoridade das outras cinco músicas, num bom sentido, ouvidas anteriormente. Só não falo que é a minha favorita do álbum, porque daqui a algumas faixas eu posso acharar alguma que goste mais. É muito boa!
7. "Where We Came From"
Agora voltamos para o pop-rock. Essa baladinha é uma das melhores do "The World From The Side Of The Moon". Sólida, bem construída, radiofônica, com um refrão grande e empolgante, que dá vontade de cantar junto. Isso tem que ser single para ontem! Ouçam ela abaixo A-G-O-R-A:
8. "Drive Me"
Com assinatura de Phillips, "Drive Me" é uma canção que flerta com o rock. Embora não ache que é a melhor do álbum, me agrada bastante ter uma música aqui que transite fora da zona de conforto dele, dando ênfase ao seu poder vocal, vocês sabem como eu adoro músicas que destacam os vocais do artista. O aspecto mais rock nesta fase do álbum definitivamente de pegou de surpresa, e eu adoro quando o trabalho do cantor me surpreende desse jeito.
9. "Wanted Is Love"
Mais uma baladinha? Sim, mais uma (ótima) baladinha de PP. Mas "Wanted Is Love" é com certeza a melhor baladinha, muito bem cantada com o timbre rouco de Phillips (
10. "Can't Go Wrong"
É só mais uma música incrível escrita por Phillips! Entraria perfeitamente no álbum "Babel" (melhor do ano segundo o Grammy) de Mumford and Sons, mas isso não a impede de ser uma ótima canção.
11. "A Fool's Dance"
Eu juro que não tentei, e tentei mesmo, mas não tem como não comparar. "A Fool's Dance" é a cara de algo de David Matthews faria, porém aqui vale o mesmo que comentei acima: mesmo se parecendo, e muito, com algo que outro artista faria isso não faz com que seja ruim.
12. "So Easy"
E para finalizar esse incrível temos uma baladinha que não foi composta por Phillips. Porém, é uma linda música, que eu adoraria tocar a beira de uma fogueira no campo, mas eu nunca vou fazer isso pois não sei cantar, muito menos cantar e sou completamente urbana. Mas enfim, "So Easy" nos trás um PP mais doce, contido e é uma música bem relaxante de ouvir.
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sábado, 5 de janeiro de 2013
Lançar um álbum (decente) por ano deve ser uma tarefa nada fácil e Rihanna sabe bem disso como ninguém. A cantora, que tem sete anos de carreira e possui sete álbuns de carreira, é um dos maiores nomes do pop atual e isso não é por acaso: Riri conseguiu ir do R&B, do hip-hop, do reggae, do pop e até mesmo do dance, e conseguiu manter a sua carreira estável, mostrando que é uma das artistas mais flexíveis do mercado atual sem perder a força de sua personalidade. "Unapologetic" é o sétimo álbum de Riri e marca uma nova fase da cantora, após os explosivos sucessos de "We Found Love" e "Where Have You Been". O CD não é o melhor que ela já fez mas também tem muitas faixas ótimas (Diamonds) e polêmicas (Nobody's Busines com Chris Brow). Dá o play abaixo:
1. Phresh Off The Runaway
A primeira faixa do disco tem um ritmo hip hop e uma letra cheia de palavrões à la Nicki Minaj, tanto que a música poderia ter sido escrita para a rapper. Com uma estrutura confusa e batidas repetitivas, é o tipo de música que com certeza não vai ser escolhida como single, mas é o hip hop do bão.
2. Diamonds
Essa todos já conhecem e amam né? Quando lançada, "Diamonds" fez com que muitos comparassem Rihanna com nomes como Lana del Rey e Adele, por ser uma baladinha melancólica e com instrumentos que Riri não costumava usar em suas canções, mas só bastou sair o videoclipe para notarmos como Riri consegue se adaptar a todo tipo de música, mesmo se é algo extremamente diferente do que já passou por seu histórico. "Somos lindos como diamantes no cèu."
3. Numb (feat. Eminem)
Quando fiquei sabendo que Eminem estaria neste CD da Rihanna, tive a sensação de que a música seria tão boa quanto "Love The Way You Lie" que os dois fizeram alguns anos atrás e eu não podia estar mais enganada. A música começa e termina numa mesma batida, alternando apenas com uma um pouco mais rápida, o que a torna muito cansativa e enjoativa. "I'm going numb, i'm going numb" continua se repetido na nossa cabeça, e não de uma maneira boa. Péssima escolha!
4. Pour It Up
É bem aí que o álbum começa a melhorar. A estrutura da canção é uma adequada aos ouvidos dos amantes do pop, além da batida ser bem interessante e não enjoativa. Assim como a faixa "Diamonds", não segue a receita de hits que Rihanna seguiu nos últimos anos. É boa, não o suficiente para se tornar um single.
5. Loveeeee Song (feat. Future)
Ainda estamos tentando descobrir o porquê da existência de tantos "e" na palavra love. Ao ouvir as primeiras batidas, temos a impressão de que ao longo da música ela vai ficar mais agitada, mas ela continua do mesmo jeito. O ritmo lembra o reggae de Bob Marley ou talvez uma versão mais lenta de "Man Down". A melhor parte da música é quando Future canta.
6. Jump
Ebaaaaaaaaaaaa! Até que enfim uma música boa! Finalmente sentimos um ritmo mas envolvente, e olha o interessante: a sequência de batidas chiclete depois do refrão voltou! "Jump" nos trás o que estávamos sentindo falta até a faixa anterior: animação. Foi só eu ou as batidas parecem muito com as que o Skrillex fazem? Tenho que pesquisar pra ver se foram eles quem fizerem ela!
7. Right Now
É com certeza a melhor faixa do álbum! Apesar da ausência de uma boa letra e ela ser meio repetitiva, o ritmo elaborado por David Guetta é bastante chiclete e os vocais de Rihanna estão agudos e marcantes. É tão boa quando qualquer outra música dançante que esteja tocando nas rádios.
8. What Now
Nos primeiros segundos da música, pensamos que é uma famosa baladinha com batidas. Mas, ao chegarmos ao refrão, começamos a ouvir uma batida mais eletrônica e os vocais de Riri me surpreenderam em "What Now", eles estavam ótimos. Não é o tipo de música que os DJs mixarão e se tornará hit nas pistas, mas é o tipo que será adorado pelos fãs e até mesmo pela crítica.
9. Stay (feat. Mikky Ekko)
Essa música foi escrita por Lana Del Rey? Eu juro que fiquei com sono na hora de escuta-la, pois é muito lenta e entediante, diferente de Diamonds que é lenta mas sem chegar a ser entediante. A canção não se assemelha a nada que a cantora já gravou em seus seis anos de carreira,e eu admiro ela por tentar algo novo mas foi um erro total escolher "Stay" como single sendo que a música nem deveria estar no álbum.
10. Nobody's Busines
Retiro o que eu disse quando falei que "Right Now" é a melhor do álbum. Porquê a polêmica "Nobody's Busines" é com certeza a melhor. Todo mundo já estava cansado de ver Rihanna esfregando na cara da sociedade que ela perdoou Chris Brow pela surra que ele deu nela em 2009, porém a cantora precisou fazer uma música com Chris falando sobre isso. "Nobody's Busines" é a primeira música ~direta~ sobre o assunto, onde Chris e Rihanna afirmam que o negócio é dos dois e de mais ninguém. Para a minha surpresa ( e todo mundo também) a música é muito boa, a letra e as batidas combinaram muito e são bem legais de ouvir.
11. Love Without Tragedy/ Mother Mary
Olha, eu não vou nem comentar sobre essa aqui. Querem saber sobre a música? É só ler o que eu escrevi sobre a faixa "Stay", porque as duas são a mesma coisa: chatas. A única diferença é que essa é super longa, tem 7 minutos. Definitivamente, a pior do álbum. Nem se dê ao trabalho de ouvir!
12. Get It Over With
A décima segunda faixa de "Unapologetic" também é a menos musical do resto do álbum. Enquanto temos um instrumental tão harmonioso quanto o que escutamos em "Born To Die" de Lana Del Rey, Rihanna canta sobre amor mais uma vez, desta vez acompanhada por vocais masculinos. É só mais uma música chata e enjoativa do álbum.
13. No Loved Allowed
Quebrando a torta de climão, Rihanna aproveita a décima terceira faixa para flertar com um gênero do qual ela é fã assumida: o reggae. Todos os álbuns que Rihanna lançou após "A Girl Like Me" conta com um pouquinho de reggae e, desta vez, a cantora resolveu apostar em uma faixa mas correta que "Man Down", que fez muita polêmica no "Loud". É muito boa.
14. Lost In Paradise
Depois de Rihanna nos decepcionar quase no álbum todo com as suas músicas medianas e entediantes, ela guarda o melhor para o final. Em "Lost In Paradise" Rihanna consegue acertar tanto na letra da canção quanto na batida da canção. Fechou o álbum com chave de ouro!
1. Phresh Off The Runaway
A primeira faixa do disco tem um ritmo hip hop e uma letra cheia de palavrões à la Nicki Minaj, tanto que a música poderia ter sido escrita para a rapper. Com uma estrutura confusa e batidas repetitivas, é o tipo de música que com certeza não vai ser escolhida como single, mas é o hip hop do bão.
2. Diamonds
Essa todos já conhecem e amam né? Quando lançada, "Diamonds" fez com que muitos comparassem Rihanna com nomes como Lana del Rey e Adele, por ser uma baladinha melancólica e com instrumentos que Riri não costumava usar em suas canções, mas só bastou sair o videoclipe para notarmos como Riri consegue se adaptar a todo tipo de música, mesmo se é algo extremamente diferente do que já passou por seu histórico. "Somos lindos como diamantes no cèu."
3. Numb (feat. Eminem)
Quando fiquei sabendo que Eminem estaria neste CD da Rihanna, tive a sensação de que a música seria tão boa quanto "Love The Way You Lie" que os dois fizeram alguns anos atrás e eu não podia estar mais enganada. A música começa e termina numa mesma batida, alternando apenas com uma um pouco mais rápida, o que a torna muito cansativa e enjoativa. "I'm going numb, i'm going numb" continua se repetido na nossa cabeça, e não de uma maneira boa. Péssima escolha!
4. Pour It Up
É bem aí que o álbum começa a melhorar. A estrutura da canção é uma adequada aos ouvidos dos amantes do pop, além da batida ser bem interessante e não enjoativa. Assim como a faixa "Diamonds", não segue a receita de hits que Rihanna seguiu nos últimos anos. É boa, não o suficiente para se tornar um single.
5. Loveeeee Song (feat. Future)
Ainda estamos tentando descobrir o porquê da existência de tantos "e" na palavra love. Ao ouvir as primeiras batidas, temos a impressão de que ao longo da música ela vai ficar mais agitada, mas ela continua do mesmo jeito. O ritmo lembra o reggae de Bob Marley ou talvez uma versão mais lenta de "Man Down". A melhor parte da música é quando Future canta.
6. Jump
Ebaaaaaaaaaaaa! Até que enfim uma música boa! Finalmente sentimos um ritmo mas envolvente, e olha o interessante: a sequência de batidas chiclete depois do refrão voltou! "Jump" nos trás o que estávamos sentindo falta até a faixa anterior: animação. Foi só eu ou as batidas parecem muito com as que o Skrillex fazem? Tenho que pesquisar pra ver se foram eles quem fizerem ela!
7. Right Now
É com certeza a melhor faixa do álbum! Apesar da ausência de uma boa letra e ela ser meio repetitiva, o ritmo elaborado por David Guetta é bastante chiclete e os vocais de Rihanna estão agudos e marcantes. É tão boa quando qualquer outra música dançante que esteja tocando nas rádios.
8. What Now
Nos primeiros segundos da música, pensamos que é uma famosa baladinha com batidas. Mas, ao chegarmos ao refrão, começamos a ouvir uma batida mais eletrônica e os vocais de Riri me surpreenderam em "What Now", eles estavam ótimos. Não é o tipo de música que os DJs mixarão e se tornará hit nas pistas, mas é o tipo que será adorado pelos fãs e até mesmo pela crítica.
9. Stay (feat. Mikky Ekko)
Essa música foi escrita por Lana Del Rey? Eu juro que fiquei com sono na hora de escuta-la, pois é muito lenta e entediante, diferente de Diamonds que é lenta mas sem chegar a ser entediante. A canção não se assemelha a nada que a cantora já gravou em seus seis anos de carreira,e eu admiro ela por tentar algo novo mas foi um erro total escolher "Stay" como single sendo que a música nem deveria estar no álbum.
10. Nobody's Busines
Retiro o que eu disse quando falei que "Right Now" é a melhor do álbum. Porquê a polêmica "Nobody's Busines" é com certeza a melhor. Todo mundo já estava cansado de ver Rihanna esfregando na cara da sociedade que ela perdoou Chris Brow pela surra que ele deu nela em 2009, porém a cantora precisou fazer uma música com Chris falando sobre isso. "Nobody's Busines" é a primeira música ~direta~ sobre o assunto, onde Chris e Rihanna afirmam que o negócio é dos dois e de mais ninguém. Para a minha surpresa ( e todo mundo também) a música é muito boa, a letra e as batidas combinaram muito e são bem legais de ouvir.
11. Love Without Tragedy/ Mother Mary
Olha, eu não vou nem comentar sobre essa aqui. Querem saber sobre a música? É só ler o que eu escrevi sobre a faixa "Stay", porque as duas são a mesma coisa: chatas. A única diferença é que essa é super longa, tem 7 minutos. Definitivamente, a pior do álbum. Nem se dê ao trabalho de ouvir!
12. Get It Over With
A décima segunda faixa de "Unapologetic" também é a menos musical do resto do álbum. Enquanto temos um instrumental tão harmonioso quanto o que escutamos em "Born To Die" de Lana Del Rey, Rihanna canta sobre amor mais uma vez, desta vez acompanhada por vocais masculinos. É só mais uma música chata e enjoativa do álbum.
13. No Loved Allowed
Quebrando a torta de climão, Rihanna aproveita a décima terceira faixa para flertar com um gênero do qual ela é fã assumida: o reggae. Todos os álbuns que Rihanna lançou após "A Girl Like Me" conta com um pouquinho de reggae e, desta vez, a cantora resolveu apostar em uma faixa mas correta que "Man Down", que fez muita polêmica no "Loud". É muito boa.
14. Lost In Paradise
Depois de Rihanna nos decepcionar quase no álbum todo com as suas músicas medianas e entediantes, ela guarda o melhor para o final. Em "Lost In Paradise" Rihanna consegue acertar tanto na letra da canção quanto na batida da canção. Fechou o álbum com chave de ouro!
Resumindo... pelas prévias, parecia uma estratégia interessante ter "todas as Rihannas" em uma único álbum, porém, quando vamos escutar as músicas completas, tudo soa confuso. As músicas não são completos lixos, mas são medianas, quando Riri acertava na letra da canção a batida estragava tudo e quando a música tinha a batida certa a letra não combinava. Acho que essa estratégia de lançar um álbum por ano está fazendo as músicas de Rihanna perderem a qualidade. Então acabou que foram as faixas"Diamonds", "Right Now", "Nobody's Busines" e "Lost In Paradise" salvaram o álbum.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Quando lançou nas rádios, em 2009, a auto-tunada "Tick-Tock" poucos viram algum futuro para Ke$ha na indústria da música, admito que até eu não levei muita fé na loirinha, mas as paradas responderam de forma extremamente positiva e assim muitos mudaram a sua opinião com os singles que sucederam o seu primeiro hit, "Blah Blah Blah", "Your Love Is My Drug" e "Take It Of", todos extraídos do seu primeiro álbum chamado "Animal"- que no fim das contas acabou que ele estreou no topo da Billboard Hot 200. Depois do tremendo sucesso do CD, a RCA Records não hesitou em pensar em um relançamento e assim Ke$ha lançou o EP "Cannibal", com outras quatro músicas inéditas- entre elas, os single "We Are Who We Are" e "Blow". Apesar de ter ganhado bastante reconhecimento, Ke$ha ainda tinha seu talento colocado em dúvida, talvez por causa de seu jeito meio "sujinho" ou pelo excessivo uso de auto-tune. Mas em seu novo álbum chamado "Warrior" a diva prova que é muito mais que a cantora auto-tunada de "Tick Tock". Confira a review que eu fiz de seu novo álbum:
1. Warrior
Eu nunca tive uma relação muito especial comas faixa-título de Ke$ha e com "Warrior" não foi diferente. A canção é um dos dances mais potentes do álbum e carrega o peso de todo o conceito do CD. A canção passa a mensagem que de é hora da revolução, que temos que lutar até o fim pois somos sempre guerreiros. Não é a melhor faixa do disco mas dá pro gasto.
2. Die Young
Eu sei que não tem nada a ver com a review, mas vocês ficaram sabendo que a música está proibida de tocar nas rádios americana? Acontece que lá aconteceu um massacre numa escola, bem parecido com aquele que aconteceu aqui no Rio, então como a música fala sobre morrer jovem e tals algumas pessoas falam que inapropriada para o momento. Depois que isso aconteceu Ke$ha também revelou que foi obrigada a gravar a música. Mas enfim... falando sobre morte ou não "Die Young" é uma das melhores faixas do CD, é uma típica música de Ke$ha: agitada e divertida. Quem é que pode não gostar?
3. C'mon
To começando a achar que eu me enganei quando falei que a música "Die Young" era a minha favorita porque na minha opinião "C'mon" é uma das melhores músicas da carreira de Ke$ha. Dos mesmos produtores que "Die Young", a faixa mantem o clima festivo. Sonoramente falando, a faixa parece um junção da baladinha"Animal" com a super animada "We Are Who We Are". Minha opinião: se ficasse melhor estragava! Ouçam abaixo:
4. Thinking of You
É inevitável, quando nós olhamos o nome da música acima logo vamos lembrar de Katy Perry e o amor que ela perdeu na guerra e não consegue esquecer, mas com a Ke$ha a história é bem diferente. Um pouco menos dançante, mas não menos radiofônica, a música é a "Baba Baby" da cantora, onde ela joga na cara do ex-futuro pretendente o que ele perdeu. O início da música começa com umas batidas de rock (mas é só no começo mesmo), uma delícia de ouvir. Aprovado? Sim ou claro?
5. Crazy Kids
Por acaso alguém aí notou que parece um mashup de "Wistle" (Flo Rida) e "Sleazy" do EP "Cannibal ou foi só eu? É uma das que mais chama atenção no álbum pois vemos Ke$ha mandando algumas rimas bem interessantes. Assim como a música "Patience" de Guns 'N Roses ou até de "Wistle" do Flo Rida, a canção começa com um assobio e na letra temos Ke$ha falando que somos crianças loucas. Quem mais gostou de Ke$ha cantando rap?
6. Wherever You Are
Quem é que esperaria ver essa semi-baladinha no álbum de baladeira Ke$ha? Bom, "Wherever You Are" manda aquela mensagem para aquele seu amor distante, tipo amor de verão, e é um dos melhores trabalhos do DJ Cirkut, que fez aquele famoso remix de "Blow". A cantora fala sobre a forma com que o beijo do tal rapaz deixou o seu corpo elétrico e como ele sempre estará em seu pensamento onde quer que ele esteja. Olha que muitas vezes é difícil combinar uma baladinha assim com música eletrônica, mas essa funcionou perfeitamente.
7. Dirty Lovo (com Iggy Pop)
Depois de nos surpreender com a faixa "Whetever You Are", Ke$ha conseguiu fazer outra coisa que nunca passou pela nossa cabeça que ela faria: um dueto com o rockeiro Iggy Pop! Ao contrário da faixa anterior, essa música é toda safada e suja, como o próprio título já diz. "Dirty Love" é um rock super dançante e é realmente parecida com a canção "Party At a Rich Dude's House" do álbum de estréia da cantora. Quem é não ficou com vontade de ver um clipe com Ke$ha e Iggy Pop? Com certeza iria ser dirty! Ouçam aí abaixo:
8. Wonderland (com Patrick Corney)
Como já tinha comentado aqui no início desse post, Ke$ha anda querendo acertar as contas com aqueles que dizem que ela não canta e "Wonderland" é uma ótima prova disso. A cantora deixou de lado as batidas que tem em quase todo o CD e apostou em um sonzinho bem mais light com uma pegada mais country, que é outra coisa que eu nunca esperava ver em um álbum de Ke$ha. "Wonderland" é uma baladinha onde Ke$ha lamenta não encontrar o caminho de volta para o País das Maravilhas, onde as coisas eram bem mais simples e o tempo parecia não passar. Também acho que a música ficaria ótima na voz (meio irritante) de Taylor Swift, mas funcionou muito bem e provou que Ke$ha consegue cantar!
9. Only Wanna Dance With You (com The Strokes)
De volta ao rock, que fez sua primeira aparição significativa em "Dirty Love", a nona faixa é uma velha canção da Ke$ha, que ganhou uma nova roupagem e uma participação pra lá de especial para integrar este novo disco. A faixa nos remete aos grandes hits dos Strokes, como "You Only Live Once" e "Under Cover of Darkness", e para a versão final Ke$ha conseguiu nada mais que a participação da própria banda — pra ser exato, de parte dela. A bateria da música foi toda gravada pelo Fabrizio Moretti e, em seus versos finais, quem dá o ar de sua graça é o cantor Julian Casablancas. É muito amor pra uma faixa só, meu Deus!
10. Supernatural
A música é agressiva, eufórica e extremamente dançante, um típica música de Ke$ha. Mas o que mais me chamou a atenção não foram as batidas e sim a história, a canção fala sobre um romance que Ke$ha teve com um fantasma! Não entendi direito essa história, mas a música é muuuito boa. Alguém dúvida que temos aqui mais um hit? Até os fantasmas concordam.
11. All That Mathers (The Beautiful Life)
Essa trás de volta a ideia de viver o agora e fugir de todo o resto, por que "tudo que importa é a vida linda". Com produção de Max Martin com o Shellback, a faixa é provavelmente a mais animada do álbum todo e trás um pegada dançante que começa bem devagar até o explosivo fim. Além das batidas contagiantes, outra coisa que chamou a atenção foram os vocais cantora que estavam bem fortes nessa música.
12. Love Into The Light
A décima segunda faixa do álbum foi composta somente pela própria Ke$ha. "Love Into The Light" nos mostra uma Ke$ha que reconhece os seus defeitos e, ainda assim, mostra que não é problema conviver com eles. Ela não é perfeita, tem seus problemas e até algumas tatuagens ruins, mas não espere que ela peça desculpas por isso. Ouçam abaixo:
1. Warrior
Eu nunca tive uma relação muito especial comas faixa-título de Ke$ha e com "Warrior" não foi diferente. A canção é um dos dances mais potentes do álbum e carrega o peso de todo o conceito do CD. A canção passa a mensagem que de é hora da revolução, que temos que lutar até o fim pois somos sempre guerreiros. Não é a melhor faixa do disco mas dá pro gasto.
2. Die Young
Eu sei que não tem nada a ver com a review, mas vocês ficaram sabendo que a música está proibida de tocar nas rádios americana? Acontece que lá aconteceu um massacre numa escola, bem parecido com aquele que aconteceu aqui no Rio, então como a música fala sobre morrer jovem e tals algumas pessoas falam que inapropriada para o momento. Depois que isso aconteceu Ke$ha também revelou que foi obrigada a gravar a música. Mas enfim... falando sobre morte ou não "Die Young" é uma das melhores faixas do CD, é uma típica música de Ke$ha: agitada e divertida. Quem é que pode não gostar?
3. C'mon
To começando a achar que eu me enganei quando falei que a música "Die Young" era a minha favorita porque na minha opinião "C'mon" é uma das melhores músicas da carreira de Ke$ha. Dos mesmos produtores que "Die Young", a faixa mantem o clima festivo. Sonoramente falando, a faixa parece um junção da baladinha"Animal" com a super animada "We Are Who We Are". Minha opinião: se ficasse melhor estragava! Ouçam abaixo:
4. Thinking of You
É inevitável, quando nós olhamos o nome da música acima logo vamos lembrar de Katy Perry e o amor que ela perdeu na guerra e não consegue esquecer, mas com a Ke$ha a história é bem diferente. Um pouco menos dançante, mas não menos radiofônica, a música é a "Baba Baby" da cantora, onde ela joga na cara do ex-futuro pretendente o que ele perdeu. O início da música começa com umas batidas de rock (mas é só no começo mesmo), uma delícia de ouvir. Aprovado? Sim ou claro?
5. Crazy Kids
Por acaso alguém aí notou que parece um mashup de "Wistle" (Flo Rida) e "Sleazy" do EP "Cannibal ou foi só eu? É uma das que mais chama atenção no álbum pois vemos Ke$ha mandando algumas rimas bem interessantes. Assim como a música "Patience" de Guns 'N Roses ou até de "Wistle" do Flo Rida, a canção começa com um assobio e na letra temos Ke$ha falando que somos crianças loucas. Quem mais gostou de Ke$ha cantando rap?
6. Wherever You Are
Quem é que esperaria ver essa semi-baladinha no álbum de baladeira Ke$ha? Bom, "Wherever You Are" manda aquela mensagem para aquele seu amor distante, tipo amor de verão, e é um dos melhores trabalhos do DJ Cirkut, que fez aquele famoso remix de "Blow". A cantora fala sobre a forma com que o beijo do tal rapaz deixou o seu corpo elétrico e como ele sempre estará em seu pensamento onde quer que ele esteja. Olha que muitas vezes é difícil combinar uma baladinha assim com música eletrônica, mas essa funcionou perfeitamente.
7. Dirty Lovo (com Iggy Pop)
Depois de nos surpreender com a faixa "Whetever You Are", Ke$ha conseguiu fazer outra coisa que nunca passou pela nossa cabeça que ela faria: um dueto com o rockeiro Iggy Pop! Ao contrário da faixa anterior, essa música é toda safada e suja, como o próprio título já diz. "Dirty Love" é um rock super dançante e é realmente parecida com a canção "Party At a Rich Dude's House" do álbum de estréia da cantora. Quem é não ficou com vontade de ver um clipe com Ke$ha e Iggy Pop? Com certeza iria ser dirty! Ouçam aí abaixo:
8. Wonderland (com Patrick Corney)
Como já tinha comentado aqui no início desse post, Ke$ha anda querendo acertar as contas com aqueles que dizem que ela não canta e "Wonderland" é uma ótima prova disso. A cantora deixou de lado as batidas que tem em quase todo o CD e apostou em um sonzinho bem mais light com uma pegada mais country, que é outra coisa que eu nunca esperava ver em um álbum de Ke$ha. "Wonderland" é uma baladinha onde Ke$ha lamenta não encontrar o caminho de volta para o País das Maravilhas, onde as coisas eram bem mais simples e o tempo parecia não passar. Também acho que a música ficaria ótima na voz (
9. Only Wanna Dance With You (com The Strokes)
De volta ao rock, que fez sua primeira aparição significativa em "Dirty Love", a nona faixa é uma velha canção da Ke$ha, que ganhou uma nova roupagem e uma participação pra lá de especial para integrar este novo disco. A faixa nos remete aos grandes hits dos Strokes, como "You Only Live Once" e "Under Cover of Darkness", e para a versão final Ke$ha conseguiu nada mais que a participação da própria banda — pra ser exato, de parte dela. A bateria da música foi toda gravada pelo Fabrizio Moretti e, em seus versos finais, quem dá o ar de sua graça é o cantor Julian Casablancas. É muito amor pra uma faixa só, meu Deus!
10. Supernatural
A música é agressiva, eufórica e extremamente dançante, um típica música de Ke$ha. Mas o que mais me chamou a atenção não foram as batidas e sim a história, a canção fala sobre um romance que Ke$ha teve com um fantasma! Não entendi direito essa história, mas a música é muuuito boa. Alguém dúvida que temos aqui mais um hit? Até os fantasmas concordam.
11. All That Mathers (The Beautiful Life)
Essa trás de volta a ideia de viver o agora e fugir de todo o resto, por que "tudo que importa é a vida linda". Com produção de Max Martin com o Shellback, a faixa é provavelmente a mais animada do álbum todo e trás um pegada dançante que começa bem devagar até o explosivo fim. Além das batidas contagiantes, outra coisa que chamou a atenção foram os vocais cantora que estavam bem fortes nessa música.
12. Love Into The Light
A décima segunda faixa do álbum foi composta somente pela própria Ke$ha. "Love Into The Light" nos mostra uma Ke$ha que reconhece os seus defeitos e, ainda assim, mostra que não é problema conviver com eles. Ela não é perfeita, tem seus problemas e até algumas tatuagens ruins, mas não espere que ela peça desculpas por isso. Ouçam abaixo:
Resumindo...
Em seu segundo álbum Ke$ha não deixa mais dúvidas sobre realmente saber cantar, compôr e ser fã de rock. O álbum continua com o mesmo estilo animado, só que desta vez Ke$ha arriscou e não focou só neste mesmo estilo de música. Com parcerias, letras e sons inesperados, "Warrior" é com certeza um dos melhores álbuns do ano!
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sábado, 17 de novembro de 2012
Eu acho que todo mundo já sabe quem é a boyband One Direction, né? Depois do inesperado sucesso de "Up All Night", álbum de estréia da banda, os garotos já lançaram o seu segundo álbum e eu vou postar o que eu achei dele.
O nome do álbum é "Take Me Home" e ,como os garotos já disseram antes, o objetivo da banda no novo álbum é mostrar um amadurecimento,mas sem abandonar as características que agradam a faixa etária do seu público. Agora vamos dar uma conferida no que eu achei de cada uma das músicas?
1. Live While We're Young
Logo de início sem muitas novidades, a música segue o mesmo estilo das músicas do álbum "Up All Night", mantendo o mesmo nível descontraído e inocente. Mas muito boa a música, bem dançante e o clipe também segue o mesmo estilo descontraído e divertido.
2. Kiss You
Meio óbvia, mas eu achei que nessa eles tentaram fazer algo um pouco mais rock, mas como isso iria contra o perfil fabricado dos garotos para o mercado, então a música ficou um meio-termo. E ela garante que o álbum continue com o ritmo acelerado. Eu já tinha gostado dela só de ouvir os 30 segundos que foi liberado, e agora que tem a música completa tá melhor ainda!
3. Little Things
A melhor do álbum! O segundo single do álbum é composto pelo incrível Ed Sheeran e é bem diferente do que nós já ouvimos em "Up All Night". É uma música bem mais adulta e lenta, sem ser entediante, e a letra é muuuito linda! Na minha opinião acertaram em tudo nessa música: os solos, a letra, o clipe e os vocais dos meninos está muito melhor do que no álbum anterior. Vejam a tradução e o clipe clicando aqui.
4. C'mon C'mon
Essa ai já é certa como single, né? De volta ao nível radiofônico, aqui na potência máxima, "C'mon C'mon" é muito agitada e diferente! E tem uma coisa que eu gostei é que eles fizeram uma ótima música sem perder aquele ar bonitinho e ao mesmo tempo eles mostram que estão mais crescidos do que imaginamos.
5. Last First Kiss
Eu acho que ficaria perfeita na voz de Taylor Swift. A música é realmente boa mas tem uma coisa que me incomodou um pouco foi a historinha pra lá de clichê, que no final acabou funcionando até que bem. Eu percebi isso ao ouvir: "Eu quero seu último, sim, seu último primeiro beijo". Mas mesmo com as frases clichês, a música funcionou bem.
6. Heart Attack
Essa foi escrita pela mesma equipe de produção por trás de "What Makes You Beautiful", e eles acertaram mais uma vez. Na música os garotos cantam sobre uma ex-namorada cuja boa aparência está dando um heart attack neles. Uma coisa que me chamou muita atenção é o "AWOOO" que os garotos fazem nas notas altas, tipo o "UGH" que Cher Lloyd faz quando canta "Want U Back", sabe?
7. Rock Me
O nome meio que já entregou que a música tem uma vibe muito rock, e não há dúvida de que "Rock Me" vai soar um pouco familiar para as fãs "We Will Rock You" de Queen, pois a batida é praticamente igual. É realmente muito boa, não tenho muito a dizer sobre ela.
8. Change My Mind
Melodramática e triste, outra baladinha que funciona tão bem quanto "Little Things" mas essa não foi feita por Ed. Nessa música, cada membro do One Direction aproveita o seu tempo no centro das atenções e arrasam. Muito boa, mas não é uma das melhores.
9. I Would
Junto com "Rock Me", "C'mon C'mon, "Heart Attack" e "Kiss You", essa é uma das mais agitadas do álbum e foi escrita pela banda McFly. A música fala sobre roubar a garota de seu namorado, é um um pop-rock que nós já conhecemos e amamos, não tem como não cantar junto!
10. Over Again
É a segunda música escrita pelo brilhante Ed Sheeran, é uma das melhores baladinhas do álbum, só perde para "Little Things". A faixa faz uma divisão generosa dos vocais para todos os meninos e também mostra uma harmonia incrível em seu refrão. Temos uma grande evolução aqui, tanto na letra quanto nos vocais dos garotos. Totalmente aprovada!
11. Back For You
Típica música de boyband, sem deixar de ser original! Simpática e contagiante, é muito boa! Na verdade não há muito o que falar sobre essa.
12. They Don't Know About Us
Muito bonitinha, no bom sentido, é uma clássica balada pop de boyband com um toque dos anos 90. É uma das faixas que melhor representa as melhorias que o 1D buscou nesse álbum. A música trás uma união bacana entre os garotos que consegue soar extremamente nova. Essa pegada Backstreet Boys caiu como uma luva nos cinco meninos...
13. Summer Love
Ok, eu confesso que quando eu li o nome da música eu pensei que fosse um cover daquela música de Grease! Fechando o álbum em grande estilo, "Summer Love" é triste, linda e os garotos cantam sobre você ser o amor de verão de deles. E é igual a "Over Again", mostra uma evolução sem ser forçada. Boa pedida para fechar o CD.
Resumindo: Apesar do álbum ser bem mais maduro que o "Up all Night", o One Direction não quis assumir grandes riscos em seu álbum. E isso não quer dizer que eu não gostei, o álbum é ótimo e possui músicas muito boas! Recomendo!
O nome do álbum é "Take Me Home" e ,como os garotos já disseram antes, o objetivo da banda no novo álbum é mostrar um amadurecimento,mas sem abandonar as características que agradam a faixa etária do seu público. Agora vamos dar uma conferida no que eu achei de cada uma das músicas?
1. Live While We're Young
Logo de início sem muitas novidades, a música segue o mesmo estilo das músicas do álbum "Up All Night", mantendo o mesmo nível descontraído e inocente. Mas muito boa a música, bem dançante e o clipe também segue o mesmo estilo descontraído e divertido.
2. Kiss You
Meio óbvia, mas eu achei que nessa eles tentaram fazer algo um pouco mais rock, mas como isso iria contra o perfil fabricado dos garotos para o mercado, então a música ficou um meio-termo. E ela garante que o álbum continue com o ritmo acelerado. Eu já tinha gostado dela só de ouvir os 30 segundos que foi liberado, e agora que tem a música completa tá melhor ainda!
3. Little Things
A melhor do álbum! O segundo single do álbum é composto pelo incrível Ed Sheeran e é bem diferente do que nós já ouvimos em "Up All Night". É uma música bem mais adulta e lenta, sem ser entediante, e a letra é muuuito linda! Na minha opinião acertaram em tudo nessa música: os solos, a letra, o clipe e os vocais dos meninos está muito melhor do que no álbum anterior. Vejam a tradução e o clipe clicando aqui.
4. C'mon C'mon
Essa ai já é certa como single, né? De volta ao nível radiofônico, aqui na potência máxima, "C'mon C'mon" é muito agitada e diferente! E tem uma coisa que eu gostei é que eles fizeram uma ótima música sem perder aquele ar bonitinho e ao mesmo tempo eles mostram que estão mais crescidos do que imaginamos.
5. Last First Kiss
Eu acho que ficaria perfeita na voz de Taylor Swift. A música é realmente boa mas tem uma coisa que me incomodou um pouco foi a historinha pra lá de clichê, que no final acabou funcionando até que bem. Eu percebi isso ao ouvir: "Eu quero seu último, sim, seu último primeiro beijo". Mas mesmo com as frases clichês, a música funcionou bem.
6. Heart Attack
Essa foi escrita pela mesma equipe de produção por trás de "What Makes You Beautiful", e eles acertaram mais uma vez. Na música os garotos cantam sobre uma ex-namorada cuja boa aparência está dando um heart attack neles. Uma coisa que me chamou muita atenção é o "AWOOO" que os garotos fazem nas notas altas, tipo o "UGH" que Cher Lloyd faz quando canta "Want U Back", sabe?
7. Rock Me
O nome meio que já entregou que a música tem uma vibe muito rock, e não há dúvida de que "Rock Me" vai soar um pouco familiar para as fãs "We Will Rock You" de Queen, pois a batida é praticamente igual. É realmente muito boa, não tenho muito a dizer sobre ela.
8. Change My Mind
Melodramática e triste, outra baladinha que funciona tão bem quanto "Little Things" mas essa não foi feita por Ed. Nessa música, cada membro do One Direction aproveita o seu tempo no centro das atenções e arrasam. Muito boa, mas não é uma das melhores.
9. I Would
Junto com "Rock Me", "C'mon C'mon, "Heart Attack" e "Kiss You", essa é uma das mais agitadas do álbum e foi escrita pela banda McFly. A música fala sobre roubar a garota de seu namorado, é um um pop-rock que nós já conhecemos e amamos, não tem como não cantar junto!
10. Over Again
É a segunda música escrita pelo brilhante Ed Sheeran, é uma das melhores baladinhas do álbum, só perde para "Little Things". A faixa faz uma divisão generosa dos vocais para todos os meninos e também mostra uma harmonia incrível em seu refrão. Temos uma grande evolução aqui, tanto na letra quanto nos vocais dos garotos. Totalmente aprovada!
11. Back For You
Típica música de boyband, sem deixar de ser original! Simpática e contagiante, é muito boa! Na verdade não há muito o que falar sobre essa.
12. They Don't Know About Us
Muito bonitinha, no bom sentido, é uma clássica balada pop de boyband com um toque dos anos 90. É uma das faixas que melhor representa as melhorias que o 1D buscou nesse álbum. A música trás uma união bacana entre os garotos que consegue soar extremamente nova. Essa pegada Backstreet Boys caiu como uma luva nos cinco meninos...
13. Summer Love
Ok, eu confesso que quando eu li o nome da música eu pensei que fosse um cover daquela música de Grease! Fechando o álbum em grande estilo, "Summer Love" é triste, linda e os garotos cantam sobre você ser o amor de verão de deles. E é igual a "Over Again", mostra uma evolução sem ser forçada. Boa pedida para fechar o CD.
Resumindo: Apesar do álbum ser bem mais maduro que o "Up all Night", o One Direction não quis assumir grandes riscos em seu álbum. E isso não quer dizer que eu não gostei, o álbum é ótimo e possui músicas muito boas! Recomendo!
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